Toy Story 1995 Portuguese Português

Posted by on August 5, 2012

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PROCURADO
Recompensa de $50 Bzilhões
Muito bem, pessoal, isto é
um assalto! Ninguém se mexe!
Esvazia esse cofre.
Dinheiro, dinheiro, dinheiro.
Pára, pára,
sua batata velha má.
Silêncio, Bo Peep, ou as tuas
ovelhas são atropeladas.
Socorro. Ajudem-nos.
Não, as minhas ovelhas não!
Alguém faça alguma coisa!
Pede o impossível.
Não! o Xerife Woody!
Estou aqui para te deter,
Bart Zarolho.
– Como sabia que era eu?
– Rendes-te sem barulho?
Não me pode tocar, Xerife.
Trouxe o meu cão de guarda
com um campo de força.
Ora, eu trouxe o meu dinossauro,
que come cães desses.
Vais para a prisão, Bart. Diz
adeus à mulher e aos Tater Tots.
Savaltes o dia outra vez, Woody.
És o meu delegado preferido.
Podes contar comigo
Anda, vamos reunir o gado.
Quando a estrada em frente
Parece difícil
E tu estás a quilómetros
Da tua cama quentinha
Toca a reuni-las, cowboy.
Lembra-te do que disseste
Miúdo
Podes contar comigo
Podes contar comigo
Os outros podem sentir-se
Um pouco mais espertos
Do que eu
Maiores e mais fortes
Também
Vamos, Woody.
Talvez
Mas nenhum deles
Podia gostar de ti
Como eu
Sou eu e tu
E à medida
Que os anos passam
A nossa amizade
Nunca morrerá
Vais ver que é
O nosso destino
Podes contar comigo
Muito bem!
Podes contar comigo
Em cheio!
Podes contar comigo
– Que achas?
– Está espectacular, mãe!
Pronto, aniversariante.
Vimos esse na loja!
Eu pedi esse!
– Espero ter lugares suficientes.
– Olha para aquilo! É tao…
Sim, acho que vai chegar.
– Isto pode ficar até nos mudarmos?
– Claro que pode.
Vai buscar a Molly. Os teus
amigos devem estar a chegar.
Está na hora da festa, Woody.
Argumento
Produção
Como estás, menina?
Alguém envenenou
a água do poço.
Anda, Molly.
Estás a ficar pesada.
Até logo, Woody.
Realização
Valha-me o meu fio!
A festa de aniversário é hoje?
Pronto, caminho livre!
“A partir dos 3 anos,” é o que
está escrito na minha caixa.
Não é suposto estar a fazer
de ama-seca à Princesa Baba.
– Fiambrinho, olha, sou o Picasso!
– Não entendo.
Seu suíno inculto. Para onde
estás a olhar, disco do hóquei?
Sargento, viu o Slinky?
– Não, senhor!
– Certo. Obrigado. À vontade.
Slinky?
Estou aqui, Woody.
Desta vez fico com as vermelhas.
Não. Slink…
Bem, está bem, podes ficar
com as vermelhas se quiseres.
Agora não, Slink.
Tenho más notícias.
Más notícias?
Reúne todos para uma reunião
e põe um ar feliz.
– Entendido.
– Um ar feliz.
Reunião do pessoal, malta.
Cobra, Robô, ocupação do pódio.
Etch, saca!
Ganhaste-me outra vez.
Etch, estiveste a treinar.
O mais rápido do Oeste.
Temos uma reunião de pessoal,
malta. Vamos lá.
Onde está aquele…
Quem trouxe o meu bloco
de gatafunhos para aqui?
Como estás, Rex?
Assustaste-te?
Diz-me sinceramente.
Desta vez estive perto
de me assustar.
Eu procuro ser assustador,
mas não o sinto.
Acho que estou a tornar-me
aborrecido.
Olá, Bo. Olá.
Queria agradecer-te, Woody,
por salvares o meu rebanho.
Isso não foi nada.
Que dizes a eu arranjar alguém para
tomar conta do rebanho esta noite?
Lembra-te que estou
a pouca distância daqui.
Vamos lá, brinquedos mais
pequenos à frente.
Woody, vem.
Obrigado, Mike.
– Para trás.
– Por amor de Deus.
Olá. Teste. Está melhor?
Excelente.
Ouvem-me todos? Aí na
prateleira, ouvem-me? Óptimo.
O primeiro assunto de hoje.
Alguém escolheu um amigo
para a mudança?
Um amigo para a mudança?
Ele deve estar a brincar.
Não sabia que era suposto
termos um.
Temos de estar de mãos dadas?
Vocês acham que isto é
uma grande brincadeira.
Só falta uma semana
para a mudança.
Não quero que fiquem brinquedos
esquecidos. Escolham um amigo.
Se não têm um, arranjem!
Muito bem, a seguir. Sim.
A reunião da Corrosão Plástica
de terça-feira à noite
foi um grande sucesso.
Queremos agradecer ao Sr. Spell
por nos ter proporcionado isso.
– Obrigado, Sr. Spell.
– De nada.
Temos aqui uma pequena anotação.
O aniversário do Andy
passou para hoje.
– A seguir temos…
– A festa é hoje como?
O aniversário dele é só
para a próxima semana!
Que se passa aí em baixo?
A mãe dele está a perder o juízo?
É óbvio que ela quis dar a festa
antes da mudança.
Eu não estou preocupado.
Vocês também não deviam estar.
É claro que o Woody
não está preocupado.
Ele tem sido o preferido dele
desde o jardim infantil.
Vá lá, Cabeça de Batata,
se o Woody diz que está tudo bem,
então isso para mim chega.
O Woody nunca nos guiou mal.
Vá lá, malta. Passamos por isto
todos os Natais e Aniversários.
Mas e se o Andy recebe
outro dinossauro?
Um mau. Acho que não vou
conseguir aguentar essa rejeição!
Estamos a falar do Andy.
Não importa o quanto ele
já brincou connosco.
Interessa é que estamos aqui para
quando o Andy precisar de nós.
É para isso que somos feitos,
certo?
Perdão. Detesto interromper
a reunião, mas eles já chegaram!
Convidados à direita!
Fiquem calmos todos!
Reunião adiada.
Olhem só para aqueles
presentes todos.
Não vejo nada.
Vamos ser de certeza despachados
na próxima limpeza grande.
Algum tem o formato
de um dinossauro?
Por amor de Deus, estão todos
em caixas, seu idiota.
Eles estão a ficar maiores!
Esperem, está ali um pequenino
muito giro.
Estamos condenados!
Pronto! Pronto!
Se eu enviar as tropas,
acalmam-se?
Sim! Sim! Prometemos!
Poupem as pilhas.
Muito bem, Woody.
Isso é usar o velho pateta.
Sargento, coloque um posto
de reconhecimento lá em baixo.
Código vermelho.
– Sabe o que fazer.
– Sim, senhor.
Muito bem, homens,
ouviram-no.
Código vermelho. Repito:
Estamos em código vermelho.
Plano Charlie. Executar!
Vamos, vamos, vamos!
Venham, meninos.
Todos para a sala de estar.
Está quase na hora dos presentes.
Pronto, deixem passar!
É assim que descobrimos
o que está naqueles presentes.
Quem tem fome?
Vêm aí as batatas fritas.
Tenho com dois sabores.
Que vem a ser… Pensei ter-lhe
dito para apanhar isto.
Eles não deviam já ter chegado?
Porquê a demora?
Estes tipos são profissionais.
Eles são os melhores.
Vá lá, eles não estão a dormir.
Companheiro?
Vai sem mim. Vai!
Um bom soldado nunca deixa
um homem para trás.
Mamã, é pesado.
Venham todos.
Sentem-se todos.
Crianças… façam uma roda.
Nao, Andy, tu sentas-te aqui
no meio. Óptimo.
Que presente vais abrir primeiro?
Ali estão eles.
Responda, Mãe Pássaro.
Fala Alfa Bravo. Responda.
É agora, é agora.
Silêncio!
O Andy está a abrir
o primeiro presente agora.
Sra. Cabeça de Batata,
Sra. Cabeça de Batata.
Posso sonhar, não posso?
Está a tirar o laço.
Ele está a rasgar o papel.
É um… é um… é uma lancheira.
Temos aqui uma lancheira.
Uma lancheira?
– Uma lancheira?
– Para o almoço.
Segundo presente.
Parece ser… São lençóis.
Quem convidou esse miúdo?
Só falta um.
É agora o último presente.
– O último presente!
– É grande.
É um… é um jogo!
Repito: couraçado!
Muito bem. Sim.
– Cuidado!
– Desculpa aí, batata velha.
Missão cumprida. Muito bem.
Arrumem tudo. Vamos para casa.
Que vos disse eu?
Não há motivo para preocupações.
Sabia que tinhas razão, Woody.
Nunca duvidei de ti.
Esperem um minuto.
Que temos aqui?
Esperem! Voltem a ligar isso!
Responda, Mãe Pássaro.
Responda.
A mãe tirou do armário
um presente surpresa.
O Andy está a abri-lo.
– Está muito excitado com este.
– Mãe, o que é?
É um grande embrulho.
Esperem. Sai…
Um dos miúdos está na minha
frente. Não vejo nada. É…
É um…
É um quê? O que é?
Seu grande lagarto, agora
nunca saberemos o que é.
Assim é que é, Rex.
Não, não. Vira-o, vira-o!
Não, ele está a pô-lo de costas!
Mais é positivo.
Menos é negativo! Eu faço!
Vamos para o meu quarto,
malta!
Alerta vermelho.
O Andy vai para aí.
Pronto!
Intrusão juvenil! Repito:
Voltem aos vossos lugares!
O Andy vem aí! Voltem todos
para os vossos lugares! Rápido!
Onde está a minha orelha?
Quem viu a minha orelha?
Viste a minha orelha?
Sai-me da frente.
Aí vou eu.
Olhem, acende a luz do laser.
Pega nisso, Zurg! Rápido!
Dêem-me espaço!
É aqui que a nave aterra.
E ele faz assim.
E ele faz o golpe de karaté!
Desçam, meninos!
Está na hora dos jogos!
Temos prémios!
– O que é?
– Posso ver?
– Que raio está aí dentro?
– Woody, quem está aí contigo?
Woody, que estás a fazer
debaixo da cama?
Nada. Nada. Decerto que o Andy
estava só um pouco entusiasmado.
Demasiado bolo e gelado,
suponho eu. É apenas um engano.
Esse engano está sentado
no teu lugar, Woody.
– Que vos disse já eu?
Vamos ser simpáticos
e dar as boas-vindas,
seja ao que for,
ao quarto do Andy!
Ranger Espacial
Lightyear
Buzz chama Comando Estelar.
Responda, Comando Estelar.
Comando Estelar, responda.
Estão a ouvir-me?
Por que não respondem eles?
A minha nave!
Bolas. Isto vai levar semanas
a consertar.
Diário da missão de Buzz,
data estelar, 4072.
A minha nave desviou-se da sua rota
a caminho do sector 12.
Despenhei-me num planeta
estranho.
O impacte deve ter-me acordado
do meu hipersono.
O terreno parece ser
um pouco instável.
Ainda não tenho leitura
se o ar é respirável.
Parece não haver sinal de vida
inteligente em lugar nenhum.
Assustei-te?
Não era minha intenção. Desculpa.
Como estás? Eu chamo-me Woody.
E este é o quarto do Andy.
Era só isto que eu queria dizer.
Houve também uma confusão.
Este é o meu lugar, vês?
A cama aqui.
Polícia local. Já não era sem
tempo. Eu sou o Buzz Lightyear.
Ranger espacial. Unidade
de Protecção do Universo.
A minha nave despenhou-se aqui
por engano.
Sim, é um engano,
porque o meu lugar é nesta cama.
Preciso de consertar o turbo.
Ainda utilizam combustível fóssil
ou descobriram a fusão cristalina?
Vejamos o que…
Temos “A” duplos.
Cuidado!
Parem! Quem vem lá?
Não atires! Está tudo bem.
Amigos.
– Conheces estas formas de vida?
– Sim. São os brinquedos do Andy.
Muito bem, pessoal,
podem aproximar-se.
Sou o Buzz Lightyear.
Venho em paz.
Estou tão contente
por não seres um dinossauro!
Adeus.
Obrigado. Obrigado a todos
pela vossa simpática recepção.
– Que faz esse botão?
– Eu mostro-te.
Buzz Lightyear,
à equipa de salvamento!
O Woody tem algo desse género.
O dele é um cordel. Só que…
Só que parece que foi atropelado
por um carro.
Sim, mas não como este.
Isto é um sistema de som
de qualidade.
Provavelmente um rádio
de polícia.
De onde és? Singapura?
Hong Kong?
Não, na verdade, estou posicionado
no quadrante Gama do sector 4
como membro da Unidade de
Protecção do Universo de elite
da Corporação dos Rangers
Espaciais.
Protejo a galáxia da ameaça de
invasão do Malvado Imperador Zurg,
inimigo declarado da Aliança
da Galáctica!
– A sério? Eu sou da Playskool.
– Eu sou da Mattel.
Eu não sou bem da Mattel. Sou
de uma companhia mais pequena
que foi comprada a um sócio
de força. Bem, eu não…
Pensar-se-ia que eles nunca viram
um brinquedo novo.
Olha para ele. Tem mais acessórios
do que um canivete suiço.
Por favor, tem cuidado.
Não querias estar à frente do meu
laser quando ele for accionado.
Um laser! Por que não tens
um laser, Woody?
Não é um laser. É…
É uma luzinha que pisca.
– Que tem ele?
– Inveja do laser.
Pronto, já chega! Estamos
todos muito impressionados
com o novo brinquedo do Andy.
– Brinquedo?
Brinquedo, sim.
Desculpa, acho que a palavra
que procuras é Ranger Espacial.
A palavra que procuro
não posso dizer,
porque há brinquedos para idades
pré-escolares presentes.
Estás a ficar tenso, não estás?
Sr. Lightyear, estou curioso.
Que faz um ranger espacial?
Ele não é um ranger espacial!
Ele não combate o mal
nem dispara lasers nem voa!
Com licença.
Uma envergadura de asas
impressionante. Muito bem.
O quê? O quê?
Isto é de plástico. Ele não voa.
Elas são feitas de uma liga
carbónica e eu posso voar.
– Não, não podes.
– Sim, posso.
– Não podes.
– Posso.
Não podes! Não podes!
Podia voar à volta deste quarto
de olhos fechados!
– Então, Sr. Light Beer, prove-o.
– Muito bem, provarei.
Afastem-se todos!
Para o infinito e para além dele.
Posso!
Voaste magnificamente!
Encontrei o meu companheiro
para a mudança.
Obrigado a todos. Obrigado.
Isso não foi voar!
Isso foi cair com estilo.
As bonecas devem adorar-te.
Podes ensinar-me?
Ora vejam só.
Cala-te. Dentro de uns dias,
tudo voltará ao que era.
Eles vão ver. Eles vão ver.
Continuo a ser
o brinquedo preferido do Andy.
Eu estava no topo do mundo
Estava mal habituado
Tinha tudo sob controlo
Tinha uma vida fabulosa
As coisas eram
Tal e qual como deviam ser
Quando saído do céu
Como uma bomba
Aparece um sujeitinho
Num foguetão
De repente coisas estranhas
Começam a acontecer-me
Buzz Lightyear
para o salvamento!
Coisas estranhas
Começam a acontecer-me
Coisas estranhas
Coisas estranhas
Começam a acontecer-me
Quanto a isso
Não há dúvida
Eu tinha amigos
Eu tinha muitos amigos
Agora todos os meus amigos
Desapareceram
E faço o melhor que posso
Para ir para a frente
Eu tinha poder
Eu era respeitado
Mas isso acabou
E perdi o amor
Daquele a quem adoro
Deixem-me contar-vos
Coisas estranhas
Estão a acontecer-me
Coisas estranhas
Coisas estranhas
Estão a acontecer-me
Quanto a isso
Não há dúvida
Coisas estranhas
Finalmente!
Quem tem o meu chapéu?
Olhem, eu sou o Woody.
Como estão? Como estão?
Dá-me cá isso!
Olhem, Lagarto e Cão Argolas.
Parece que fui aceite
na vossa cultura.
O vosso dono, o Andy,
escreveu o nome dele em mim.
E com tinta permanente.
Tenho de ir consertar
a minha nave.
– Não te aborreças com isso.
– Aborrecer o quê? Quem?
Sei que o Andy está excitado
com o Buzz.
Mas ele terá sempre um lugar
especial para ti.
Sim, o sótão.
Basta!
Fita-cola unidireccional.
O Sr. Lightyear
quer mais fita-cola.
Ouve lá, tu aí, afasta-te
do Andy. Ele é meu.
E ninguém o afasta de mim.
De que estás a falar?
Onde está essa fita-cola?
Outra coisa. Pára com esta
coisa do homem do espaço!
Está a enervar-me!
Queres queixar-te
ao Comando Estelar?
Está bem! Queres resolver isto
a mal, não?
Nem penses nisso.
Ai sim, valentão?
O ar não é tóxico.
Como ousas abrir o capacete
de um homem do espaço
num planeta que não é conhecido?
Os meus olhos podiam ter saltado.
Achas mesmo que és
o Buzz Lightyear?
Durante este tempo todo pensei
que estivesses a fingir!
Malta, olhem! É o verdadeiro
Buzz Lightyear!
Estás a gozar comigo.
Não, não. Buzz, olha!
Um alienígena!
Onde?
É o Sid.
Pensei que ele estivesse
na colónia de férias.
Acho que foi expulso mais cedo.
Não. O Sid não.
– Quem é desta vez?
– Não sei.
– Onde está o Lenny?
– Aqui mesmo.
Não aguento ver uma coisa destas
outra vez.
– Não! É um soldado de combate.
– Que se passa?
Nada que te diga respeito.
Só a nós, brinquedos.
É melhor ver isso.
Por que está aquele soldado
amarrado a uma bomba?
Aquele é o motivo. O Sid.
É um tipo cabeludo.
Não, isso é o Scud, seu idiota.
Aquele é o Sid.
– Aquela criança feliz?
– Aquilo não é uma criança feliz.
Ele tortura brinquedos
só por divertimento!
Temos de fazer alguma coisa.
– Desce daí!
– Eu vou dar-lhe uma lição.
Sim, derrete-o com esse teu
laser assustador.
Tem cuidado com isso.
É muito perigoso.
Ele está a acendê-la!
Atirem-se para o chão!
Cuidado!
Sim! Foi à vida! Já era!
Podia tê-lo impedido.
Buzz, adorava ver-te tentar.
Adorava ver-te transformado
numa cratera.
Quanto mais depressa
nos mudarmos, melhor.
À VENDA – PROPRIEDADE VIRTUAL
VENDIDA
Para o infinito
e para além dele!
Andar a empacotar tudo
fez-me fome.
Que tal irmos jantar
ao Pizza Planet?
Ao Pizza Planet? Porreiro!
Vai lavar-te
e eu vou buscar a Molly.
– Posso levar uns brinquedos?
– Um brinquedo.
– Só um?
– Um brinquedo?
Será que o Andy me escolhe?
“Não contes com isso!”
Buzz!
Buzz Lightyear!
Valha-me Deus!
Temos problemas.
– Onde?
– Ali em baixo!
Ali em baixo, um brinquedo
indefeso. Está encurralado, Buzz.
Não temos tempo a perder.
– Não vejo.
– Ele está aí. Continua a olhar.
Buzz!
Não o vejo. Acho que ele caiu
para o quintal do Sid.
Buzz!
O Carro está a tentar dizer
alguma coisa.
O que é, rapaz?
Ele está a dizer que isto
não foi um acidente.
– O quê?
– O Gordinho foi empurrado…
…pelo Woody!
Não pensas que eu queria atirar
o Buzz pela janela, pois não?
É Sr. Cabeça de Batata,
seu assassino traidor.
Foi um acidente, malta.
Vá lá, têm de acreditar em mim.
Nós acreditamos em ti, Woody.
– Não acreditamos, Rex?
– Não gosto de confrontos.
Onde está a tua honra, vilão?
És uma autêntica desgraça!
Não podias alinhar com o Buzz
reduzindo as tuas horas de brincar?
Não conseguiste aceitar
o facto do Buzz
ser o novo brinquedo preferido
do Andy,
por isso, livraste-te dele.
E se o Andy começar a brincar
mais comigo?
Também me atiras da janela?
Não lhe vamos dar
essa oportunidade.
Lá está ele! Matem-no!
Pendurem-no pelo fio dele.
Podem parar com isso?
Esperem…
eu posso explicar tudo.
Eu desço já, mãe.
Tenho de ir buscar o Buzz.
– Mãe, sabes onde está o Buzz?
– Não, não o vi.
– Andy, vou a caminho da porta.
– Não o consigo encontrar.
Traz outro brinquedo.
Anda lá.
Não consegui encontrar o Buzz.
Eu deixei-o lá.
Querido, decerto que ele está
por perto. Vais encontrá-lo.
É demasiado pequeno.
Precisamos de mais macacos.
Não há mais!
Foi o barril inteiro.
Buzz, os macacos não estão
a resultar!
Estamos a pensar noutro plano.
Fica calmo.
Onde poderá ele estar?
– Posso ajudar a pôr gasolina?
– Claro. Até te deixo guiar.
– Quando tiveres 16 anos.
– Engraçadinha, mãe.
Óptimo. Como vou eu convencer
aquela malta que foi um acidente?
Buzz!
Estás vivo! Isto é excelente.
Estou salvo!
O Andy vai encontrar-te,
leva-nos para o quarto dele,
depois podes dizer a todos
que isto foi um grande equívoco.
Certo? Amigão?
Apesar de teres tentado
acabar comigo,
a vingança não é uma ideia que
promovamos no meu planeta.
Isso é bom.
Mas não estamos no meu
planeta… pois não?
Pronto, ataca-me!
Queres um bocado de mim?
Buzz, Buzz Lightyear
para o salvamento!
– Próxima paragem…
…Pizza Planet!
Andy!
Ele não percebe
que eu não estou lá?
Estou perdido!
Sou um brinquedo perdido.
Diário de missão:
o xerife daqui e eu
estamos numa espécie
de estação de reabastecimento.
– De acordo com o meu…
– Cala-te! Cala-te, seu idiota!
– Não é altura para entrar em pânico.
– É uma altura perfeita para isso.
Estou perdido,
o Andy foi-se embora…
…e a culpa é toda tua!
A culpa é minha?
Empurraste-me da janela!
Apareceste na tua estúpida
nave de cartão
e tiraste-me o que de mais
importante eu tinha!
E tu puseste em perigo
a segurança de todo o universo!
De que estás a falar?
Equilibrado na ponta da galáxia, o
Imperador Zurg construiu uma bomba
com a capacidade de aniquilar
um planeta inteiro.
Só eu sei que esta arma
tem uma única fragilidade.
E tu, meu amigo,
és o responsável pelo atraso
do meu encontro
com o Comando Estelar!
Tu és um brinquedo!
Não és o verdadeiro Buzz Lightyear!
És uma figura de acção!
És algo com que uma criança
brinca!
És um homenzinho triste
e estranho. Tenho pena de ti.
Adeus.
Sim? Que grande alívio,
seu maluco!
Um encontro
com o Comando Estelar.
Pizza Planet
Pizza Planet?
Andy!
Não. Não posso aparecer
naquele quarto sem o Buzz.
– Buzz! Volta!
– Desaparece.
Não, Buzz, tens de voltar.
Encontrei uma nave!
É uma nave, Buzz.
Despache-se. As pizzas
estão a arrefecer.
A nave de carga volta
para o seu porto de origem
depois de distribuir
os mantimentos?
Quando lá chegarmos,
podemos encontrar um meio
de te transportar para casa.
– Então, vamos lá para dentro.
– Não, espera! Buzz!
Lá atrás para ninguém nos ver.
Não há cintos de segurança
na bagageira. A cabina é melhor.
Buzz!
Obrigado pelas indicações.
Buzz!
“Mais seguro na cabina.”
Que idiota.
Pizza Planet
Próxima partida da nave
dentro de 30 minutos.
Pode entrar.
Bem-vindos ao Planeta Pizza.
Xerife.
Xerife? Estás aí.
A entrada é fortemente guardada.
Precisamos de um modo de entrar.
Excelente ideia, Woody.
Gosto do modo como pensas.
Podem entrar.
Bem-vindos ao Planeta Pizza.
Agora! Rápido, Xerife! As portas
automáticas estão a fechar.
– Vê por onde vais!
– Desculpa.
Que porto espacial.
Bom trabalho, Woody.
PLANETA ASSASSINO
MUCO ALIENÍGENA
DERROTAR UM ALIENÍGENA
Posso jogar ao Buraco negro?
Por favor? Por favor?
Andy!
Precisamos de uma nave
que vá para o sector 12.
Não, Buzz! Por aqui.
– Vi uma nave especial.
– Com hiperportência?
Hiperpotência hiperactiva.
E relva estelar.
Onde? Não vejo…
…uma nave espacial!
Jogo da Grua Espacial -
Pronto a Lançar
Prepara-te, Buzz. E…
Quando eu disser agora,
salta para o cesto. Buzz!
PRÉMIO
Isto não me pode estar
a acontecer.
– Um estrangeiro.
– Do exterior.
Saudações. Chamo-me Buzz
Lightyear. Venho em paz.
Isto é uma emergência
intergaláctica.
Tenho de requisitar a vossa nave
para o sector 12.
Quem manda aqui?
A garra.
A garra é a nossa mestra.
Ela escolhe quem vai
e quem fica.
Isto é absurdo.
Palerma, tens miolos aí?
Toma lá isto! E isto!
Não! O Sid!
Baixa-te!
– Que se passa contigo?
A garra. Está a mexer-se.
Fui escolhido.
Adeus, meus amigos.
Vou para um lugar melhor.
Apanhei-te!
Um Buzz Lightyear?
Impossível!
Buzz! Não!
– Ele foi escolhido.
– Ele tem de ir.
Que estão a fazer? Parem!
Parem, seus fanáticos!
Bestial! Prémios duplos!
Vamos para casa brincar.
Xerife, estou a ver o teu prédio.
Estás quase em casa.
Estamos a alcançar o nirvana.
O portão místico aguarda-nos.
Está calado! Vocês não
entendem, pois não?
Assim que entrarmos em casa
do Sid, não voltaremos a sair.
Scud! Rapaz. Senta-te.
Lindo menino.
Tenho uma coisa para ti.
Pronto, preparar… já!
Hannah! Hannah!
– Chegou um pacote para mim?
– Não sei.
– Não sabes?
– Não sei.
Não, Hannah.
– Olha! AJanie! Ela está doente.
– Não, não está!
Vou ter de fazer uma das minhas
operações.
O quarto do Sid não.
Para lá não.
Sid, devolve-ma!
Temos um paciente doente,
enfermeira.
Prepare a sala de operações, já!
A paciente está preparada.
Nunca ninguém tentou
um duplo transplante.
Agora, a parte difícil.
Alicate.
Duvido que aquele rapaz tenha
andado na faculdade de medicina.
Doutor, conseguiu!
Hannah.
AJanie está muito melhor agora.
– Mãe! Mãe!
– Ela está a mentir!
Seja o que for que ela diga
não é verdade!
MONSTRO DO ROCK
Vamos morrer.
Eu vou-me embora daqui.
Fechada.
Tem de haver outra saída.
Buzz, foste tu?
Olá, pequenina.
Sabes como sair daqui?
Buzz!
Eles são canibais.
Mayday.
Responda, Comando Estelar!
Mandem reforços. Comando
Estelar, estão a ouvir?
Mudei o meu laser
de atordoar para matar.
Óptimo. Se alguém nos atacar,
podemos matar com uma luzinha.
Acho que o encontrei.
Buzz, és tu?
Whiskers, sai daí!
Estás a interferir com a busca
e salvamento!
Eles chegaram.
Viste o Woody, mãe?
– Onde o deixaste a última vez?
– Aqui na carrinha.
Tenho a certeza de que está lá.
Continua a procurar.
Ele não está ali.
O Woody desapareceu.
O Woody desapareceu?
O traidor fugiu.
Eu disse que ele era culpado.
Quem pensaria que ele seria
capaz de tais atrocidades?
Slink,
espero que ele esteja bem.
Um sobrevivente.
Onde é a base dos rebeldes?
Fala!
Vejo que te controlas bem.
Temos meios de te obrigar
a falar.
Onde estão os teus amigos
rebeldes?
– Sid, o Pop Tarts está pronto!
– Porreiro!
Estás bem?
Estou orgulhoso de ti.
Homens mais fracos teriam
falado sob tamanha tortura.
Espero que isto passe.
Não há notícias
do Comando Estelar.
A porta! Está aberta!
Estamos livres!
Não sabemos o que existe lá fora.
Eles vão comer-nos!
Faz alguma coisa!
Tapa os olhos.
Não está a funcionar.
Eu recarreguei-a.
Seu idiota! És um brinquedo!
Usa o teu golpe de karaté.
– Desapareçam!
– Como fazes isso? Pára.
Para trás, seus selvagens,
para trás!
Woody, pára.
Desculpem, rapazes,
mas o jantar está cancelado.
Não há nada que chegue
à nossa casa.
Não há nada que chegue
à nossa casa.
Outra atitude dessas
e matas-nos.
Não me digas o que fazer.
Levanta-te, amigo.
Temos de fazer
este comboio andar.
Separamo-nos!
Chama Buzz Lightyear. Responda.
Daqui Comando estelar.
Comando Estelar.
Fala Buzz Lightyear.
Estou a ouvir.
Buzz, o planeta Terra
precisa da sua ajuda.
Vou a caminho!
– Buzz Lightyear!
O maior super-herói do mundo,
agora o maior brinquedo
do mundo!
O Buzz tem tudo!
Comunicador de pulso!
Chama Buzz Lightyear.
Golpe de karaté!
Luz intermitente laser.
Aniquilar!
Simulador de voz
de multi-frases!
Temos uma missão secreta
no espaço.
Temos uma missão secreta…
E o melhor de tudo,
asas espaciais de alta pressão!
Não é um brinquedo voador.
Compre o seu Buzz Lightyear
e salve uma galáxia perto de si!
Buzz Lightyear!
Disponível em todos
os Al’s Toy Barn da zona.
FEITO EM TAIWAN
Sento-me lá fora
Entre as estrelas
Muito para lá da Lua
Na minha nave prateada
Naveguei
Para um sonho que acabou
Demasiado depressa
Agora sei exactamente
Quem eu sou
E para que estou aqui
És um brinquedo.
Não podes voar!
E nunca mais irei
Navegar
Mas, não
Não pode ser verdade
Podia voar se quisesse
Como um pássaro no céu
Se eu acreditasse
Que podia voar
Eu voaria
Para o infinito
e para além dele!
Claramente
Nunca mais irei
Navegar
Viste a minha boneca Sally?
– Que disseste, querida?
– Esquece.
Buzz, o caminho está livre.
Buzz, onde estás?
Há uma missão secreta no espaço.
Vamos.
A sério?
Isso é tão interessante.
Quer um chá, Sra. Nesbitt?
Que bom ter vindo.
Que chapéu lindo, Sra. Nesbitt.
Fica-lhe muito bem.
Hannah?
Desculpem-me, senhoras.
Eu volto já.
O que é, mãe?
Mãe, onde estás?
Buzz! Estás bem?
Desapareceu tudo. Tudo mesmo.
Adeus. Até à vista.
Que te aconteceu?
Num minuto estamos
a defender a galáxia,
depois de repente dás contigo
a beber chá Darjeeling
com a Maria Antonieta
e a irmã.
Já bebeste chá suficiente.
Vamos tirar-te daqui, Buzz.
Não percebes?
Vês o chapéu?
Eu sou a Sra. Nesbitt!
Acorda, Buzz!
Desculpa. Tens razão.
Estou só um pouco deprimido.
Eu recupero disto.
Sou uma imitação!
Olha para mim! Nem sequer
posso sair a voar de uma janela!
Mas o chapéu ficava-me bem.
Diz-me que o chapéu ficava bem.
Pela janela…
Buzz, és um génio!
Anda. Por aqui.
Anos de treino na academia…
perdidos!
Falhaste. G-6.
Afundaste-o! Estás a espreitar?
Pára de choramingares e paga.
– A orelha não. Dá-me o nariz.
– Que tal 3 em 5?
Malta! Malta!
– Caramba… é o Woody!
– Ele está no quarto do doido.
Malta, é o Woody!
Estás a gozar!
Nós vamos sair daqui, Buzz.
Buzz?
Olhem!
Estou contente por ver-vos!
– Eu sabia que voltavas.
– Como foste parar aí?
É uma longa história.
Eu explico depois. Apanhem isto!
– Apanhei, Woody.
– Ele apanhou!
Muito bem. Agora,
amarrem-no a alguma coisa.
Tenho uma ideia melhor.
E se não o fizermos?
Cabeça de Batata!
Já se esqueceram
do que ele fez ao Buzz?
Agora, voltam a aceitá-lo?
Não, não. Entendeste tudo mal,
Cabeça de Batata.
O Buzz está bom.
Ele está aqui comigo!
– Mentiroso!
– Não, não sou.
Buzz, vem cá. Diz aos simpáticos
brinquedos que não morreste.
Esperem.
Buzz, chega aqui e ajuda-me.
Muito engraçado.
Isto é grave!
Woody, onde foste?
Ele está a mentir.
O Buzz não está ali.
Buzz, cumprimenta ali a malta.
Para o infinito
e para além dele!
Olhem, é o Buzz!
Vamos mostrar à malta o novo aperto
de mão dos melhores amigos.
– Passa para cá mais cinco, pá!
– Há algo de estranho aqui.
Nós agora somos amigos.
Não é, Buzz?
Podes crer.
Dá cá um abraço.
Também gosto de ti.
Vêem, é o Buzz.
Agora, dá cá as luzes.
Esperem.
Que estás a tentar fazer?
Nada.
– Isto é nojento.
– Assassino!
– Não, não, não!
– Seu cão assassino!
– Não é o que pensam!
– Poupa-te para o júri.
Espero que o Sid te arranque
a “caixa da voz”.
Não, não se vão embora!
Por favor, ajudem-nos.
Não sabem como é isto aqui!
Vamos embora.
Voltem às vossas vidas, cidadãos.
O espectáculo terminou.
Slink, por favor!
Por favor, ouve-me!
Não! Não, volta!
Slinky!
Buzz! Vão-se embora!
Seus anormais nojentos!
Para trás! Para trás, canibais!
Ele ainda está vivo e não
o vão comer, seus monstros!
Eles arranjaram-te.
Mas eles são canibais. Vimo-los
a comer os outros brinquedos.
Desculpem. Pensei que fossem…
comer o meu amigo.
Não, esperem! Que se passa?
Estou ocupado, mãe!
O Sid!
Buzz, levanta-te!
Usa as pernas.
Óptimo, deixa o Sid destruir-te!
Não me culpes!
Chegou! Finalmente chegou!
“O Grande”.
“Extremamente perigoso.
Não deixe ao alcance
das crianças.”
Porreiro.
Que vou eu explodir?
Onde está aquele boneco
cowboy cobardolas?
Sempre quis pôr um homem
espacial em órbita.
Bolas!
Fala Sid Phillips.
O lançamento da nave foi adiado
devido a condições atmosféricas
adversas.
A temperatura para amanhã…
…sol.
Bons sonhos.
Procurei por todo o lado,
mas só encontrei o chapéu dele.
– E se o perdemos?
– Não te preocupes, querido.
Encontraremos o Woody e o Buzz
antes de partirmos amanhã.
Preciso de ar!
Podes parar de te mexer?
Desculpa. Fico nervoso
antes de viajar.
Como foste tu calhar
ao pé de mim na mudança?
Todos foram escolhidos.
Woody.
Se ao menos pudesses ver
como o Andy tem saudades tuas.
Buzz!
Vê lá se consegues tirar esta caixa
de ferramentas de cima de mim.
Vá lá, Buzz.
Não consigo fazer isto sem ti.
Preciso da tua ajuda.
Não te posso ajudar.
Não posso ajudar ninguém.
Claro que podes.
Podes tirar-me daqui.
Eu tiro o foguete de cima de ti
e fugimos para casa do Andy!
A casa do Andy, a casa do Sid…
Qual é a diferença?
Buzz, deste uma grande queda.
Não estás a pensar com clareza.
Não, pela primeira vez
estou a pensar com clareza.
Tinhas razão.
Não sou um ranger do espaço.
Sou apenas um brinquedo.
Um brinquedo pequeno,
estúpido e insignificante.
Espera aí.
Ser um brinquedo é muito melhor
do que ser um ranger do espaço.
– Sim, pois.
Na porta ao lado está um miúdo
que pensa que és o máximo.
E não por seres um ranger
do espaço.
Por seres un brinquedo!
És o brinquedo dele.
Por que me iria querer o Andy?
Por que iria ele querer-te?
Olha para ti!
És um Buzz Lightyear!
Qualquer brinquedo daria tudo
para estar no teu lugar.
Tens asas! Brilhas no escuro!
Tu falas!
O teu capacete faz isso…
faz esse barulho.
És um brinquedo bestial!
Na realidade,
és demasiado bestial.
Isto é…
…que hipótese tem um brinquedo
como eu com um Buzz Lightyear?
Eu só sei fazer isto:
Está uma cobra nas minhas botas.
Por que iria o Andy querer brincar
comigo quando te tem a ti?
Eu é que devia estar amarrado
a esse foguete.
Ouve, Buzz, esquece-me.
Sai daqui enquanto podes.
Buzz, que estás a fazer?
Anda, Xerife. O miúdo da porta
ao lado precisa de nós.
– Vamos lá tirar-te daí.
– Sim, senhor!
Vá lá, Buzz, nós conseguimos!
– É o camião da mudança.
– Temos de sair daqui agora.
Vá lá, Buzz.
Pronto.
Buzz, eu já saí!
Estou quase.
Quero andar no pónei.
Woody, estás bem?
Estou bem. Eu estou óptimo.
Está na hora do lançamento.
Para o infinito
e para além dele!
Para trás! Para trás!
Que faço eu?
Vá lá, Woody, pensa.
Malta!
Não, esperem! Ouçam, por favor.
Está lá em baixo um brinquedo bom.
Ele vai ficar desfeito
em mil pedacinhos
tudo por causa de mim.
Temos de salvá-lo.
Mas preciso da vossa ajuda.
Por favor.
Ele é meu amigo.
É o único amigo que tenho.
Obrigado.
Acho que sei o que fazer.
Teremos de violar
umas quantas regras,
mas se resultar,
ajudará todos.
Brinquedos do Andy
Houston para Controlo
de Missão. Respondam.
Uma plataforma de lançamento
está a ser construída.
Ouçam.
Preciso do Rapaz Bomba.
O Patinho aqui.
Pernas… ficas com
o Patinho.
O RollerBob e eu aguardamos
pelo sinal. Entendido?
Toca a andar!
Dá corda à rã.
Aguardem pelo sinal.
Muito bem, vamos.
Agora!
Vou já, vou já.
Scud!
Cão estúpido.
Inclinem-se para trás!
Controlo de Missão, a plataforma
de lançamento está construída?
Afirmativo. O foguete
está seguro ao fio.
Estamos a obter os paus
de ignição.
Aguardem a contagem.
Vamos.
Mãe, onde estão os fósforos?
Estão aqui.
Woody. Óptimo.
Tira-me esta coisa.
Está tudo bem.
Está tudo sob controlo.
Que estás a fazer?
Houston, sistemas preparados.
Peço autorização para lançamento.
Como vieste aqui parar?
Bem, tu e eu podemos
fazer um churrasco depois.
Houston, temos autorização
para o lançamento?
Autorização concedida.
Está confirmado daqui
a 10 segundos.
A contar. Dez… nove…
oito…
…sete… seis…
cinco… quatro… três…
dois… um!
Pedes o impossível.
Esta cidade não é suficientemente
grande para nós os dois.
Alguém envenenou
a água do poço!
Está partido.
A quem estás a chamar partido,
ó fulaninho?
É isso mesmo. Estou a falar
contigo, Sid Phillips.
Não gostamos de explodir, Sid.
Nem de sermos partidos.
É isso mesmo.
Os teus brinquedos.
Mamã.
Mamã.
Daqui em diante, tens de tratar
muito bem os teus brinquedos,
porque se não o fizeres,
nós vamos descobrir, Sid.
Nós, os brinquedos,
vemos tudo.
Portanto, brinca como deve ser.
Conseguimos!
Conseguimos! Sim!
Os brinquedos!
Os brinquedos estão vivos!
Bonequinha bonita.
Que se passa?
Não queres brincar com a Sally?
Bom trabalho.
Muito bem.
A surgir da terra… que toque.
Um golpe de génio.
Obrigado.
– Digam todos: “Adeus, casa.”
– Woody, o camião!
Temos de correr.
Obrigado, malta.
Rápido!
Vai. Eu apanho-te.
Anda!
Tu consegues, Woody!
Consegui.
Vai-te embora, cão estúpido!
Para baixo!
Agarra-te!
Não consigo!
Cuida do Andy por mim!
Brinquedos do Andy
– Já chegámos?
– Woody!
Como conseguiste…? Onde
estiveste…? Que aconteceu?
Que se passa?
Estás aí!
Que está ele a fazer?
Lá está ele outra vez!
Agarrem-no!
Não, não, não! Esperem!
Ao ataque!
Não entendem! O Buzz está
lá fora! Temos de ajudá-lo!
– Atirem-no da carrinha!
– Não, não, esperem!
– Viva!
– Adeus, Woody!
– Obrigado pela boleia.
– Cuidado!
Vamos apanhar aquele camião.
Malta! O Woody
está a guiar o carrinho.
E o Buzz está com ele!
É o Buzz! O Woody
estava a dizer a verdade.
– Que fizemos nós?
– Excelente. Agora tenho remorsos.
Estamos quase lá!
Rocky, a rampa!
Cuidado!
Rápido!
Agarrem-se à minha cauda!
Lindo rapaz!
Woody! Woody, acelera!
As pilhas estão a acabar.
Não aguento muito
mais tempo.
Slink, agarra-te!
Porreiro!
– Woody, o foguete!
– O fósforo!
Sim! Obrigado, Sid.
Não! Não, não! Não!
– Que estás a fazer?
– Fica quieto.
Conseguiste!
Próxima paragem, Andy!
Espera aí.
Acabei de acender um foguete.
Os foguetes explodem!
Devia ter aguentado mais tempo.
É o Woody e o Buzz,
estão a aproximar-se depressa!
Abriguem-se!
Vamos explodir!
Não hoje.
Buzz, estás a voar!
Isto não é voar.
Isto é cair com estilo.
Para o infinito
e para além dele!
Buzz, não acertámos
no camião.
Não estamos apontados
para o camião.
– Que foi?
– Woody! Buzz!
– Onde estavam eles?
– Aqui no carro.
Vês? Eu disse-te.
Estavam onde os deixaste.
– Qual deles posso abrir primeiro?
– Deixa a Molly abrir um.
Frankinssência,
fala Mirra.
Atenção.
Está na hora do espectáculo.
Está na hora!
Deve haver um modo menos
doloroso de chamar-me a atenção.
Feliz Natal, Xerife.
Isso não é visco-branco?
Talvez o Andy receba
um dinossauro herbívoro.
Então, posso fazer
de predador dominante.
Silêncio, todos!
O primeiro presente da Molly é…
… a Sra. Cabeça de Batata.
Repito, a Sra. Cabeça de Batata.
Parabéns, Idaho!
Meu Deus,
é melhor ir fazer a barba.
Frankessência, o Andy está
a abrir o seu primeiro presente.
Buzz Lightyear, não estás
preocupado, pois não?
Eu? Não, não. Não, não, não.
– É uma caixa grande…

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