Surveillance 2008 Portuguese-BR Português

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SOB CONTROLE
Elaine!
Nunca mais vai dormir de novo.
Esse é o objetivo.
Claro.
Avise-me se quiser
trocar de lugar.
Estamos chegando.
Isto deveria ter sido nosso.
Os malditos federais chegam,
não saímos nem no noticiário local.
Estou acelerado. Três vítimas
sobreviventes, federais…
estou acelerado.
Nossa… bonito. Muito bem.
O café está pronto.
Não, não, não, este
é para a pequena.
Chocolate quente.
Posso entrar?
Vão com calma, vocês dois.
A menina tem 8 ou 9 anos…
e acho que ela não está
dizendo muita coisa.
Eles estão supondo.
Com crianças é diferente.
Eu vou ficar bem.
E você?
Ela deve estar arrasada.
Não sabemos o que ela viu.
Que droga, Anderson!
Nós sabemos.
Escute…
Eles chamam de “testemunhas”
porque viram coisas.
Então vamos descobrir.
– Você está bem?
– Estou bem.
Está bem mesmo?
Você sabe.
Vamos lá.
– Billings…
– Agente Hallaway.
Estes são os policiais
Degrasso e Wright.
Agente Anderson.
Quanto às testemunhas,
todas descrevem a mesma coisa.
Não nos ajudou muito.
Sabemos com o que
estamos lidando aqui.
Todos chegaram juntos,
no fim da noite de ontem?
Sim, foi o que aconteceu.
Um policial nosso as trouxe.
Ele está lá,
também é uma testemunha.
Um dos seus policiais foi morto?
Sim. Jim. Jim Conrad.
A jovem parece estar intoxicada
ou em choque. A menina…
A jovem está mais alta
que uma pipa.
Como eu dizia…
a criança não disse muita coisa.
No entanto, está muito
ligada à jovem…
Bobbi… Bobbi Prescott.
E isto foi tudo o que ela disse?
Sim, somente o que anotamos.
Em virtude do que ela viveu,
não podemos culpá-la.
E não há policiais femininas
aqui, correto?
Vocês dois estiveram
sempre presentes?
Eu estava lá.
Oi, sou Janet.
Bem-vindos.
Será que vocês querem um café?
O nome da menina é Stephanie…
porque o policial Bennett me disse
que o nome dela era Stephanie.
Precisam ser separados
para as entrevistas.
Deveriam ter sido mantidos
separados durante a noite.
Confio no meu policial.
Eu não disse que não confiava.
Sabe… sei que os procedimentos
foram seguidos, Agente Hallaway.
É interessante… que você tenha
tocado no assunto da confiança.
Ótimo. Sam? Vou falar
um pouco com a menina.
Descanse um pouco.
Trouxemos um equipamento.
Enquanto falo com ela…
podem montar tudo.
Salas, câmeras…
Se trabalharmos juntos,
tudo será mais rápido.
É aqui. Acha que ele
vai querer um café?
Pergunte a ele.
SALA DE ESPERA
Stephanie, meu nome é Elizabeth…
e vamos falar um pouco
sobre o que aconteceu, certo?
Vai ajudar a se sentir melhor.
– É do FBI?
– Sim, sou.
Vai me prender?
No momento, não.
O fato de ter usado drogas só deve
ter afetado sua percepção das coisas.
Eu sei o que vi.
O que tem aí, Stephanie?
Um videogame?
Gosta de jogar?
Então…
tem uma calça debaixo
daquela saia, não é?
Sabe aquele equipamento
de que ela falou?
– Está no porta-malas do carro.
– Eu vou buscar!
Na verdade é muita coisa, Capitão,
então, talvez…
Degrasso. Vá ajudar o Wright.
Agora.
Agente, posso lhe fazer
uma pergunta?
É só o procedimento.
Gosto de separá-los e filmá-los.
Sei que um dos seus policiais
está lá, mas…
só há um jeito de desdobrar
uma nota, digamos assim…
sem rasgar o papel.
Foi o que eu imaginei.
Então vamos ver se podemos…
Não era isso que eu ia perguntar.
Tem um cigarro?
Não, lamento.
Stephanie?
Vamos conversar, certo?
– Quero ir para casa.
– Sei disso, Stephanie.
Eu sei.
Está de brincadeira?
Janet! Pode trazer uma lâmpada aqui?
Está escuro aqui.
Não tem luz.
– Certo. Isso é…
– Não deveria estar aqui. Tire.
Sim. Podem me ajudar
aqui quando acabarem aí?
Tem lápis de cera na sua mochila?
Estavam no carro.
Eu devo ter lá no escritório.
Ótimo. Pode buscar, Janet?
Sim. E papel…
e acho que vou trazer
mais marshmallows, está bem?
Stephanie? Enquanto falamos,
pode desenhar para mim.
– Preciso ir ao banheiro.
– Num minuto.
Aquela agente quer isto
para a menina.
Lápis de cera?
O pessoal do FBI pensa em coisas que
policiais normais nunca pensariam.
Qual é o problema?
Por acaso é uma criança?
Então você conhece, não?
Como?
Aqueles dois…
malditos… cretinos mascarados…
Policial?
Sei que passou por
maus bocados…
mas vamos trabalhar para tornar
este um espaço seguro.
Vou pedir-lhe para
maneirar na linguagem.
– Seguro…
– Preciso mesmo ir ao banheiro.
Certo, Bobbi, pode ir.
Vamos.
Use o banheiro.
Como estamos?
Estamos ótimos, Sr. FBI.
Policial Bennett?
Agente Hallaway.
Presumo que vocês dois…
invadiram a cidade para
terminar o que eu comecei?
Vejo que as tensões entre nossos
departamentos estão bem vivas.
Minha parceira e eu investimos
muitos meses neste caso.
Meu parceiro investiu
a vida neste caso.
O envolvimento dele, e o seu,
nos incidentes não deixarão de ter…
o devido crédito.
A mão… como está?
Como eu disse…
estamos todos ótimos.
Na próxima vez que for
ao banheiro…
irá acompanhada.
– Sou testemunha, não suspeita.
– Eu sei o que é.
E também sei como fazer
revista de cavidades.
Não transo como uma garota
desde a escola de arte.
É como andar de bicicleta.
Sim, senhora.
Certo, meninas, vamos fazer
as entrevistas separadamente.
Janet e os policiais
lhes mostrarão aonde ir.
Jack.
Sam. Pegue leve.
– Leve?
– Sim. Lembre por que estamos aqui.
Eu me lembro por que
estamos aqui… Agente.
Estou bem.
Muito bem.
Janet instalou a lâmpada
cogumelo para criar o ambiente.
Dá vida ao local, não?
Está tudo bem, querida.
É só uma câmera.
Homem do FBI…
Pode dizer para o policial Bennett
sentar-se à mesa, por favor?
Venha, Jack.
Sente-se na cadeira.
Pessoal? Vamos começar
com a manhã de ontem.
Jim e eu…
tomávamos café.
Richard Ramirez.
Jeff “Faminto” Dahmer.
– Morreu na prisão.
– Amém, cara.
É. Ele vai aprender.
John Wayne Gacy.
Maldita família Manson.
– Vamos ter o nosso.
Ainda estou meio bêbado.
– Adoro as minhas meninas.
– Garotas fiéis.
Fizemos o motorista parar.
Disse que estava entregando
alimentos em Camrose.
Disse que viu algo.
Algo terrível.
Não era como se imagina.
Johnny e eu fomos de carro
para tratar de um emprego.
E aí, Bucket?
Oi. Sr. Horns.
– O que é que rola?
– Sente-se.
– Quem é a sua amiga?
– É a Bobbi.
– Oi.
– Oi.
É, estou chapado.
Falando nisso,
quero o de sempre.
E… fizemos a entrevista.
Querem uma bebida?
Tenho umas sobras na geladeira.
Não. Na verdade precisamos ir.
Então…
vemos você depois.
Só um minuto!
Bucket… você está bem?
Levante as mãos sobre a cabeça.
Você, não!
Minha nossa!
Bucket!
Merda.
A entrevista…
terminou de forma abrupta.
O que não couber nos seus bolsos,
vai na minha bolsa.
Feito.
Pega o isqueiro. O isqueiro.
Os cachimbos também.
Obrigado. Muito obrigado.
Conversarei com você em breve.
Vamos.
Até mais.
Tivemos a certeza de que
não conseguiríamos o trabalho.
Espere, espere.
Quer dizer que ele
não a contratou na hora?
Não. Não era uma entrevista
para sermos policiais.
Certo, certo. Continue.
Foi isso. Fomos embora.
Ele tirou 4 dias de folga,
mais o fim de semana…
para termos férias.
– Estão todos bem?
– Sim.
Acho que você se sai
muito bem como pai.
– Com essas crianças é fácil.
– Obrigada.
Minha mãe ficava falando
como era bom para ele.
Às vezes é bom para
as pessoas viajar.
Acho que sim. Mas eu gostava
de onde eu estava.
Mãe, veja o que eu desenhei.
Vejam só! Querida…
– Você tem muito talento.
– Obrigada.
Ficaram ótimas, as formigas.
– Não, querido, os ursos.
– Os ursos.
– Castores.
– Os castores.
Policial Bennett?
Sim. Você e seu parceiro foram
os primeiros no local, está certo?
Correto. Logo depois
do entregador de alimentos.
Pode continuar, Policial Bennett.
Continue.
O pessoal da perícia chegou,
e fomos embora.
O que está pensando?
Ela é bonita.
Ele também era.
Então, estávamos indo…
Boa menina.
Esse barato é bom.
– Ei, atenção.
– Esqueci que estava dirigindo!
Quem sou eu?
Não, tudo bem…
Vejamos…
nós paramos para
esticar os músculos.
Isso é bom. Esticar.
Muito bom.
E foi quando vimos a menina,
Stephanie.
Pare! Falo sério!
Pare com isso!
Por quê? Precisa fazer xixi?
Não banque o palhaço.
Tem uma família ali.
Ei, ninguém fala
do elefante no posto.
Tudo bem, Bill W.
Ah. Oi.
…onde uma descoberta
macabra aconteceu.
A polícia afirma que é obra
de dois suspeitos…
que tem deixado uma série
de vítimas através do país.
Uma coletiva será
dada à tarde…
depois do exame do local
do crime…
e do corpo encontrado lá dentro.
A polícia orienta a todos para
manterem as portas trancadas…
e a notificar qualquer ocorrência
fora do normal…
além de informar sobre Elaine Meyer,
mostrada aqui.
NÃO SE PODE
CONTRARIAR A NATUREZA
Não posso ver
o noticiário em casa.
Tem coisas que crianças
não devem ver.
É o que minha mãe diz.
Ou melhor…
dizia.
Eu lamento muito, Stephanie.
Pobre menina.
Crianças são muito adaptáveis.
É uma vergonha fazê-la reviver
todas essas coisas.
Claro que é o trabalho de vocês.
Sei disso, mas…
precisam fazer isso, certo?
Preciso saber o que viram.
Cada detalhe, certo?
Sim. Sim, cada detalhe.
Meu Deus. Eu só…
Você precisa da informação,
e falando nisso…
É o relatório do legista.
Sou amiga do legista.
Bem… obrigado.
Disponha.
Nada do laboratório?
Não. Ele está apressando…
mas disse que vai levar
muito tempo para coletar tudo.
Ele disse o que está coletando?
Ele falou em…
balística?
Não. Mas ele gosta
de cabelos e fibras.
É a especialidade dele.
Parece que deixaram muito disso.
Sabe o que penso?
Por que seriam tão relaxados?
– É provável que melhorem.
– Claro. Sim.
A menos, senhora…
que eles não dêem a mínima.
Meu Deus. O que fazemos
uns aos outros, hein?
O que fazem aqui?
A garota, Bobbi?
Foi ao banheiro.
Por que não vão garantir
que ela volte à sala?
– Estou indo.
– Certo.
E você, fique de olho nele.
Certo. O que mais?
Há algumas áreas que patrulhamos.
Belo tiro!
Olhe para ele!
Certo.
Escolha a sua personalidade.
Eu escolho?
Obviamente eu sou o “tira bonzinho”.
Muito obrigado.
Amigo das pessoas.
O tira bom.
Nós patrulhamos.
Quero muito trabalhar
com você.
Oi, seu guarda.
Parece que o pneu furou.
É o que parece, não?
Eu tenho um estepe, então…
Terei de lhe pedir para voltar
ao veículo por um instante.
Algum problema, seu guarda?
– Bem, senhor…
– Keith.
Ah. Keith. Certo.
Eu não vejo problema.
Mas vê o meu parceiro ali?
Sim, senhor.
Ele parece nervoso.
É. Bom…
há dois assassinos à solta.
Todos foram afetados por
isso, mas o Jack ali…
foi especialmente afetado.
Ouvimos algo a respeito no rádio.
Não. É pior do que dizem no rádio.
Acredite.
E Jack está muito preocupado…
e vimos vocês vindo
pela estrada…
e ele jura que vocês
estavam correndo demais.
Ah, puxa, eu não estava
correndo, realmente não estava…
Não. Não. Calma, Keith.
Foi o que eu disse.
Estava até lento demais.
Foi o que eu disse a ele.
– Era uma velocidade normal…
– Eu sei. Eu disse isso a ele.
E ele não gostou quando eu falei.
Lá vem ele.
Finja indiferença.
Deite no chão.
Deite no chão, agora!
– Deite, Keith!
– Agora!
Ei, ei, dona,
volte para o carro.
– Keith, querido!
– Por favor, não atire!
– Vou ficar no carro.
– Por favor, policiais.
Quero que pegue sua carteira
e a entregue ao meu parceiro.
Keith, é melhor fazer o que ele diz,
porque quando ele fica assim…
é fundamental que ele sinta
que você está ouvindo.
Estou ouvindo.
Não atire em mim, seu guarda!
Nós o liberamos
com uma advertência.
Você sabe como são
as pessoas daqui, Capitão.
O jeito como dirigem
em trechos desertos.
Como os pilotos de corrida
que sempre quiseram ser.
A velocidade é a principal
causa de mortes nas estradas.
Não nesta semana.
Vou voltar para lá.
É um plano excelente, Wright.
Vai buscar um café?
Fraco e doce para mim, chefe.
EVIDÊNCIA
VIOLÊNCIA
Posso ajudá-lo em algo, Degrasso?
Só estou apreciando
seu trabalho.
Que tal se me deixar
apreciar um pouco do seu?
Vamos.
Deixá-lo nervoso
é uma péssima idéia.
Puxa, mamãe.
Diga ao papai que sinto muito.
Ei, quer mudar
esse seu comportamento?
Tem mais chocolate quente?
Claro que tem.
Posso ficar com isto?
Desenhei para você.
É lindo.
Vou pegar o seu chocolate quente.
Vai ficar bem, sozinha?
Eu volto logo.
– Está gostando?
– Sim… sim.
É disso que se trata.
– É um lindo dia.
É perfeito.
Minha nossa.
É. Eu também
achei impressionante.
– Ela não disse muito.
– Estou trabalhando nisso.
É boa com ela.
É. Eu também já fui
uma garotinha triste.
Não se envolva emocionalmente.
Não se trata disso.
Está trazendo
à tona muita coisa.
Muita…
Não pode salvá-la.
Eu sei.
Aqui está.
Obrigada.
Cuidado. Está quente.
Gosta de ser tira?
Gosta de ser uma inútil?
Ei, Degrasso…
Eu não gosto desta… garota.
É mesmo? Não?
Vamos manter o ritmo, policiais.
É. Vamos… manter o ritmo.
Ouviu o agente, Bobbi.
Vamos lá!
Então, estávamos no carro…
– Uma para você…
– Não. Não quero outra!
Quer que eu dirija o carro ou quer
que eu tenha uma parada cardíaca?
– Certo, mais uma.
– Certo.
Não vou cheirar mais uma!
Nada disso, cheire você!
Cheire você, vamos lá!
Não vou cheirar.
Vou agarrar seus peitos agora,
juro que vou!
Então não vou cheirar. Chega.
Nem pensar.
Manda ver.
Promessas, promessas…
Que droga.
Eu faço isso.
– Adoro essa música.
– Você adora qualquer música.
Mãe! Mãe, eu vi uma coisa!
– Agora sim!
– Essa é velha.
Por que não ganho só um beijo?
Por que não ganho só um beijo?
Deve haver algo
Que eu não perderia
Mas eu olho para sua calça
E preciso de um beijo
Por que não ganho só uma transa?
Olha a estrada!
Olha a estrada!
Acredite, eu sei o que fazer
Mas algo não me deixa
Fazer amor com você
Isso que é música, David.
Isso é rock.
É rock para valer.
Por que não ganho só uma foda
Só um pato!
Cubra os ouvidos.
– Esses caras são ótimos.
– Um pato!
Ninguém me ouviu.
As pessoas não estavam
em si ontem.
Termine logo, Jim.
Temos um.
Quem diria?
O desgraçado está correndo.
Vai pegar esse?
Adivinhe.
Inacreditável.
Isso é sobrenatural.
Estou excitado agora.
Legal.
– Vamos tentar de novo!
– Isso é para valer!
Paramos para ajudar.
Droga! Que merda!
Quase tive um infarto.
Assim. Bem perto.
Isso é perto.
Precisava ver o rosto da Bobbi.
Estava muito assustada.
Aposto que estavam todos assustados.
Pneu furado é uma droga.
Não quero ver mais ninguém morrer
hoje, certo, amor?
Não brinque. Meu Deus…
A garota é uma santa, não é?
Sim. É.
Nós paramos. É o que importa.
Nós ajudamos.
Eles estavam perdidos.
Meu Deus…
Aonde vai?
La preencher a papelada para
o prêmio de boa ação da garota.
Ele precisa de uma mulher.
Eu também.
Vamos aprontar mais uma.
Poderia ter sido muito feio, Capitão.
Estou dizendo.
Olá, papai!
A camiseta dele diz
“Linguiça Levada”.
Sério, está escrito
“Linguiça Levada”.
– Tanto faz, cara.
– Olhe só!
– Minha nossa…
– Caramba.
Estamos ferrados.
– Esconde isso.
– Meu Deus…
Merda, merda…
Mão longe do nariz,
dedo fora do nariz.
Quer outra?
Fique séria. Na boa.
Não olhe para trás.
– Quer outra?
– Não olhe para trás.
Tudo bem, seu guarda.
É só um pneu furado.
Escutem. Voltem para o carro
e deixem o motor desligado.
Vamos transar na prisão, sabia?
Está indo muito bem.
Sei que não é fácil.
Não sei, querida.
Deve ser o procedimento deles.
Seu guarda, oi.
O que estão fazendo?
Não olhe para trás.
– Não estou olhando.
– O que estão fazendo?
– Como vou saber sem olhar?
– Cale a boca!
Merda. A pilha está acabando.
Ótimo.
David, olhe como fala.
Tem coisa no meu nariz?
Está sujo?
Está? Olhe.
– Pai?
– Está tudo bem. Fique sentada.
Eu vi uma coisa.
Eu também vejo uma coisa.
Amor, pegue o cartão do seguro
e o documento do carro.
Eu pego a perua, você pega o outro.
Depois, trocamos.
Está bem. Entendi.
Não acredito nessa merda.
Veja como fala, mãe.
Certo. Quer mesmo cutucar
a onça, David?
Parem de brigar!
Onde ele está?
Merda!
– Oi.
– Oi.
– Como vai?
– Bem.
– Dei um susto em você, não?
– Deu, mesmo.
Você estava correndo bastante.
Desculpe.
Eu nem reparei.
Vocês estavam
numa bela velocidade.
Ela é bela, mas não
estávamos em velocidade.
Ora, vamos.
Sou tolerante quanto
ao limite de velocidade.
Cresci aqui. Eu mesmo já fiz
coisas de carros de corrida aqui.
Sentimos muito, seu guarda.
Eu sei disso, e entendo.
Mas há um problema. Meu parceiro.
O momento é ruim porque meu parceiro…
perdeu a família num acidente
causado pela velocidade.
Ele perdeu a mulher o filho
num acidente de carro. Foi horrível!
Ele tinha mulher, dois filhos…
agora vai para casa e janta
sozinho na frente da TV.
E não podem imaginar
o tamanho do sofrimento.
Ele chorou na posição fetal por
mais de um ano. Eu o abraçava.
É hilário, não é?
– Não. Não é.
– Passe a sua carteira.
Minha habilitação?
Não. Quero a sua carteira.
Já passamos da habilitação.
Preciso da sua carteira, também.
– Sim. Certo.
– Eu já volto.
Obrigado. Sabe o que dizem sobre
caras que dirigem carros vermelhos?
– Eu volto num minuto.
– Está bem.
Não falam isso de caras
que têm carros vermelhos.
Más notícias. Um cara correndo
demais matou a sua família.
– A sua também.
– Solteiro de novo.
Os garotos estão chapados.
Talvez queira revistar o carro.
– Sente o cheiro de grana?
– Não. Só cerveja.
Dane-se, então.
Veja a mãe. Ela parece aquela
mulher do “Wood Shop”.
Legal.
– Droga.
– O que foi?
Não se preocupe.
– Aí vem a minha festa.
– Grande.
Onde é o maldito incêndio?
Desgraçado!
Cale a boca!
“Ei”, o quê?
Deite aí no chão!
Tudo bem. Fique bem
quietinho aí…
ou vou abrir um buraco em você.
Entendeu?
Ah, droga.
Ponha as mãos no volante.
Olhe para ele.
Fale para o seu
namorado drogado…
fale que não o ama.
– Eu não amo você.
– Para valer.
Eu não amo você.
– Para valer!
– Eu não amo você!
Ele dirige
assim o tempo todo?
Não… não, nunca. Eu juro.
Ah, você o está protegendo.
Que meigo. Eu entendo.
– Está conformada, não está?
– O quê?
Digo, você ficou nervosa.
Eu entendo.
Diga…
“Eu odeio você”.
Odeio você.
Com vontade!
– Odeio você!
– Com vontade!
Odeio você! Merda.
Olhe para o outro lado.
Tudo bem.
Dê-me um beijinho.
Vamos. Um só.
Está tudo bem.
Não chore. Está tudo bem.
Vai ficar bem.
Puxa… que dia!
Não se mexa. E você,
saia do carro, vadia!
É lindo aqui, não?
Às vezes venho aqui só para pensar.
Para pôr a cabeça no lugar.
Estamos nesta triste situação
porque você corre demais.
Certo?
Eu sou legal… e sou justo.
Certo?
Vamos esquecer isto.
Você cheira bem.
O que é?
Mais alto!
Oitenta salva vidas.
Tudo bem, calma.
Agora, uma última coisa
para mostrar que sou o chefe.
Quero que ponha isto
na sua boca…
Vamos, abra a boca.
Abra a maldita boca.
Abra a boca! Vamos, vamos!
Agora me dê um tapa no rosto.
Quando voltar ao carro, vai dirigir
numa velocidade segura, certo?
Certo.
Só me preocupo com a segurança.
Eu sou assim.
– Certo.
– Certo.
Aposto que as crianças
estão preocupadas, certo?
Então vamos fazer
um “anjo de neve”, agora mesmo.
“Anjo de neve”.
Vamos lá. Você e eu.
Não! Merda!
Volte para o carro.
– Você está bem?
– Sim. Droga.
Eu não falei a sério.
Sabe disso, não?
Olhe só. Está chapado até
na foto da habilitação.
Daqui a alguns minutos
eles vão embora. Está acabando.
– Steph saiu do carro!
– Droga!
Volte para o carro, senhor.
Minha mãe disse que vão embora
daqui a alguns minutos.
É… em alguns minutos.
Tentei avisar meus pais,
mas a música estava muito alta.
Tentou avisar o quê?
– Eu vi uma coisa ruim.
– O que você viu?
Havia um carro branco e um azul.
E o azul tinha vidros quebrados
e sangue espalhado nele.
– Anda vendo filmes de terror?
– Minha mãe não deixa.
Certo. Obrigado por nos contar.
Vamos cuidar disso, certo?
Que tal voltarmos para o seu carro?
Seu pai parece preocupado.
Sei como é sangue.
Sua filha é uma menina corajosa.
Boa notícia.
Não vão levar multa.
Eu cuidei disso.
Eu poderia
dar queixa do seu parceiro.
Mas não fará isso.
Eu deixaria isso passar, senhor.
Com as minhas desculpas.
Não sei o que disse
a ele…
mas seja lá o que for, funcionou,
porque ele ficou de bom humor.
Vocês tem um estepe
no porta-malas?
Temos, seu guarda.
Não haverá problemas.
Obrigado por isso, porque eu tenho
de aguentá-lo o dia todo.
Aqui está.
Tenham um bom dia, certo?
Certo. Cuidem-se.
Cretino.
Steph…
querida…
o que disse aos policiais?
Eu disse que vi uma coisa.
Vocês não me ouviram.
Poderia ter criado problemas
para o seu pai.
Ele não é o meu pai.
Sabe o que eu quis dizer.
Droga.
Mãe, estamos chegando?
Tudo bem. Gelo fino, David.
Quer mais uma?
Sim… quero.
Stephanie, onde está o seu pai?
Podemos falar com ele.
Meu pai morreu.
– A mamãe está com sede.
– Dê cerveja a ela.
Estou bem.
Vou num minuto.
Certo.
– Tome.
– Obrigada.
Saúde.
Como vão as férias?
Não estou me divertindo muito.
Tudo bem…
vou processá-los.
– Não vai, não, Steven.
– Vou, sim. Foi inacreditável.
Steven, temos sorte de estarmos vivos.
São todos corruptos.
É. Não… é.
Fiquei paralisada!
Não sei se é o uniforme,
ou a arma…
Ei, mãe, talvez eu vire um tira.
David, se toca!
Problema?
Que droga.
Segure o volante um pouco.
Minha nossa…
exibido.
– Droga.
– Vejam só.
Calça apertada.
O quê? Precisa dar ratos
para essa coisa comer?
Ridículo.
– Filhote de cervo.
– Inacreditável.
Parece um fantoche.
Não importa.
– Saúde.
– Saúde.
Isto é um buraco de bala!
Então acha que os policiais Bennett
e Conrad atiraram no pneu?
Não sei. Poderia
ter sido uma bala.
Você é idiota?
Não. Estou dizendo o que
o sujeito pensou que era.
Bem, o cara é um babaca.
Você sabe o que diz.
São… pessoas mortas flutuando?
Querida, estamos quase terminando.
– Quero ir para casa.
– Não vamos para casa.
Estamos de férias.
Estamos nos divertindo muito, certo?
É sangue.
Droga.
Estavam bem atrás de nós.
Você atirou no pneu.
A menina nos falou dos carros.
Ela falou que eram dois carros.
Quer saber? Não vimos o branco.
E o que aconteceu com Keith
ou com a garota?
Está descrevendo o Taurus
que parou no início do dia?
Meu parceiro e eu havíamos
parado aquele Taurus, sim.
Estavam correndo,
o pneu estourou.
E então vocês dois deixaram
o local com o casal vivo e bem.
Esta é a sua declaração?
Sei o que está fazendo, Agente.
Então foi pouco depois que vocês
saíram…
que os assassinos vieram e se
aproveitaram da situação do casal?
Certo. É a sua declaração.
Continue.
O trabalho dele é sacudir todas
as árvores para ver o que cai.
Dane-se.
– Um furgão passou por nós.
– Um furgão branco.
Eu não alertei meu padrasto
para o furgão.
Ninguém a culpa, Stephanie.
Eu não a culpo.
Mesmo que não tenha
contado de propósito.
Stephanie, aonde você vai?
Stephanie!
David?
David!
Estou aqui…
Estou aqui. Estou aqui.
Estou aqui…
Ei, cretino! Você matou
meu melhor amigo!
Saia! Saia!
Qual é o seu problema?
Ah, merda.
Você está bem?
Ei, querida, estou indo.
Estou indo!
Acho que é a mulher desaparecida.
Aqui!
Fique aí mesmo.
Espere, eu já vou.
Afaste-se do furgão.
Um segundo.
– Para trás, mãe.
– Droga.
Merda!
– Afaste-se do furgão, garota!
– Vá se ferrar!
Minha nossa, Jack,
onde está o reforço?
Maldição!
Ei, saia da frente.
Aguente, senhora!
Droga! Quase atirei em você.
Estou fazendo meu trabalho.
Vá tirar a mulher de lá.
Eu vou ficar de olho.
– Isso é demais, não?
Polícia!
As mãos dele… estavam
presas ao volante.
O sujeito do Taurus.
E a cabeça dele levantou.
Está dizendo que Bennett se atirou?
Uma mão boa a menos. É.
Legal.
Droga.
Filho-da-mãe!
Vá para trás!
Para trás, Jim!
– Merda.
– Cale a boca!
Droga!
Esta é a mão que eu uso
para atirar, Keith! Droga!
Maldição!
Parecia que um prédio tinha
caído em cima de mim.
Espere. Ela… em cima de você?
Minha nossa, dona!
Não é ela!
E ouvi Bobbi gritando
que não era a mulher e…
O refém é um suspeito!
E a mãe e o garoto foram atingidos.
Foi assim.
Ei, menina. Venha cá.
Rápido, rápido.
Vamos nos esconder.
Entre. Abaixe, abaixe.
E eu estava quase saindo
pela porta de trás, e…
Jack.
Jim foi atingido.
Eu fui até ele…
Não! Não!
Droga! Porcaria!
Não! Jim.
Você vai ficar bem.
Vai ficar bem…
Droga… droga… não!
Merda! Merda! Merda!
Um deles me bateu por trás.
Sei que está escondendo
um segredo, amigo.
Está, sim.
Preciso ir ao banheiro.
Sei ir sozinha.
Tenho quase 9 anos.
Certo. Pode ir.
– Olá, você.
– Oi.
Pode ir.
Precisa ver. É incrível.
São muito bons no que fazem.
Estou triste, é claro…
a menina.
Mas é emocionante.
Todos são muito gentis.
Só quero estar aqui,
caso precisem de algo.
Eu levarei o que disse
em consideração.
Sim. Eu farei o mesmo.
Venha.
Camareira.
Certo. Como é?
Blue? Blue Dove?
Hotel Blue Dove.
Três corpos? Meu Deus.
Dois homens, uma mulher.
Certo. Certo.
E então… certo.
Menos de…
24 horas. Certo.
Vou avisar o Capitão
agora mesmo. Tchau.
Lá se vai meu encontro
no jantar.
Janet. Eu cuido disso.
Ótimo. É melhor eu
cuidar disso.
Senhoras e senhores.
Estiquem um pouco as pernas.
Vamos nos encontrar no corredor.
Houve uma novidade.
Agente Anderson, quero falar com
você antes de falar com os outros.
– É uma infelicidade.
– É… puxa.
Você gosta do homem
com quem trabalha.
O Agente Hallaway?
Você o chamou de “Sam”.
Chamei?
Bem…
trabalhamos juntos
há muito tempo.
É desse jeito que minha mãe
olhava para o meu padrasto…
antes de casarem.
Achavam que era segredo.
Mas não era. Eu sabia.
Capitão?
Sim. Vou ficar
esperando com todos aqui.
Aqui está, Agente.
Vai nos dizer
o que está havendo?
Uma camareira encontrou corpos
no Hotel Blue Dove.
Quem vai?
Vou com Wright e Degrasso, para ver
se é relevante para o caso.
Peguem suas coisas.
O que vai acontecer agora?
Preciso ir a um lugar, certo?
– Você vai ficar aqui comigo.
– Podemos terminar depois.
Não. Vamos terminar agora.
Tenho algumas perguntas a você.
Faça o que mandarem,
e tudo vai ficar bem.
Senhoras, tenho perguntas a fazer.
Se puderem entrar, por favor.
– Vamos, Jack.
– Sim, sim, sim…
E a Janet?
– Está falando com o legista.
– Isso pode demorar.
Vamos.
Vou na frente!
– Parece que você vai atrás.
– Farei isso.
Muito bonito, Degrasso.
Pode apanhar.
Pego.
Vá se danar, puxa-saco.
Caramba!
Quer sentar?
Está me deixando maluca.
“Você fica aqui.”
Vá se danar!
Vamos, Jack… relaxe um pouco.
Eu vou lá num minuto,
Stephanie, entre.
Não quero ficar lá.
Escute. Está quase no fim, garota.
Quase no fim.
Quero lhe dizer uma coisa antes.
O quê?
Estou pensando, com esta experiência…
posso conseguir o trabalho
que quiser.
Minha mãe vai morrer de orgulho.
– Ela ficará muito orgulhosa.
– Espero que sim.
Bem…
está bem.
Entregue-me sua arma, Bennett.
Quero que me entregue
sua arma, policial.
Nem pensar que vai
pegar a minha arma.
O policial precisa me entregar
a arma dele. Agora.
Entregue a arma, Jack.
Eu a devolverei quando
terminar de falar.
Isso é uma besteira.
– É uma loucura.
– É mesmo?
Na verdade, não.
Certo.
Por que não se senta, Jack?
Porque eu quero voltar ao acidente…
pouco antes do seu parceiro ser
supostamente brutalmente assassinado.
Não fale sobre o meu parceiro.
Ei, vamos. Vai ser bom
tirar isso do seu peito.
Agente Hallaway,
estou um pouco confuso.
Deveria ter se acostumado,
a essa altura.
Se houver alguma dúvida sobre
o modo como Jim Conrad morreu…
Não há dúvida aqui que o policial
Jack não possa esclarecer.
Nenhuma.
Não é verdade, Jack?
Espere. Não fale ainda.
Porque acho que todos nós
deveríamos fumar.
Vamos fumar agora, certo?
É. Senhorita?
Não, obrigada.
– Nunca fuma?
– Não.
Está bem. Acho que não.
Capitão?
Ele parou.
É. Mas é uma ocasião especial.
Vamos.
– Você mentiu.
– Privilégio de fumante.
Pode parar depois deste aqui.
Isso…
Certo. Jack?
O cigarro mata.
Não. Você mata.
Não sabe do que está falando.
– Não sei?
– Não estava lá.
Espere.
Eu estava lá. É.
Socorro…
Surpresa!
Você estava meio perdido porque
estava com a mão machucada e…
Bobbi…
foi ótima, toda aquela gritaria
que preparou o palco para tudo.
Foi ótimo, um grande drama,
e você foi muito bom também.
Mesmo. Você mergulhou
de cabeça no jogo.
Você tem muita gasolina
no seu tanque, não é?
Agora eu quero que você…
continue a partir daí, hein?
– Continue.
– Droga!
Acha que há
uma medalha nisso?
Espero que sim.
Seria legal.
Merda!
Atirou no seu parceiro e o abriu
como uma lata de refrigerante.
– Tontura, Capitão?
– Sim.
Vai passar.
Merda!
Sente na cadeira, garota.
Obrigado.
Jack… vamos.
Vamos voltar.
Certo?
Que cheiro é esse?
Não odeiam esse cheiro?
Um cheiro e tanto.
Ah, sim…
preciso atender.
Amor?
Está fumando?
Onde quer que esteja,
quero que volte para mim.
E traga a manteiga,
vamos fazer um brinde.
Do jeito que gosta.
Droga.
O que foi?
Venha cá.
Venha.
Venha… vamos.
Eu não ouvi.
O que disse?
Eu disse que ela era gostosa
demais para ser do FBI.
Teve mais uma coisa.
Disse que ela tem o seu cheiro.
Eu gostei, e quero que diga isso
a ela quando ela voltar.
Bem. Vamos voltar ao ponto
em que estávamos, certo?
Venha cá.
Vai querer ouvir isto.
Vamos voltar.
Quer voltar ao ponto
que estávamos discutindo?
Foi minha parte favorita
do dia.
Você e sua vadia que se danem.
Sei o que está olhando,
cuidaremos da arma depois.
Agora é diversão. Certo?
Porque embora, lamentavelmente…
o Capitão não possa ouvir sua
confissão, o que seria perfeito…
quero que admita que matou
seu próprio parceiro.
Vá se ferrar.
Não. Não é a resposta certa.
Tchau, querido.
Você matou meu parceiro.
Ora, por favor…
Jack, você está bem?
Não é mulher desaparecida!
É um dos assassinos!
– Jack!
– O refém é um suspeito!
Eu posso ter planejado,
mas as balas eram suas.
Isso é incrível.
Vá se ferrar,
sua vadia viciada.
Ela ficou impressionada!
A menininha também ficou.
Não! Não! Não!
Não estou…
me divertindo nem um pouco.
É difícil impressionar crianças
com essas coisas…
elas choram e ficam descontroladas,
mas ela não foi assim.
Mas você… ei, garota…
você é mole, por acaso?
Ela se foi, se foi.
Você ia dizer algo.
Vamos lá, fale, por favor.
Sou um bom tira.
Ah… isso é uma grande contradição.
E lembre-se, eu estava lá.
Quando percebeu o que tinha feito.
Merda! Merda!
Você ficou maluco.
Começou a atirar em tudo.
E, claro, atirou na minha garota.
Droga…
Pena que eu errei.
Droga!
É a segunda vez que eu o apago.
Ele já deveria imaginar.
Mas ele ainda está na festa.
Ótimo.
– Quer tirar uma soneca, também?
– Não.
Sim. Pode falar.
Já deixou alguém vivo?
Você provavelmente já leu o fim
de um livro antes, não?
Não se vive assim.
Querido, cheguei!
Venha, meu amor, venha!
Ah, sim!
– Como eu fui?
– Como foi?
Sabemos que escuta.
Como eu fui?
Fui assustador?
– Elogios salvarão minha vida?
– Não seja burra.
– Que tal uma chupada?
– Responda.
Você foi assustador demais.
A coisa toda foi dema…
Só gostaria de contar para alguém.
Talvez na próxima vida.
Amor!
Eu amo você!
Podemos começar a festa!
– Oi…
– Oi.
Olhe para você.
Tem um cheiro tão bom.
Não precisa me machucar.
Não vamos machucá-la.
Vamos amá-la.
Você vai adorar isto.
Você é tão bonita, minha nossa.
Olhe isto. São lindos.
Gosta disso?
Gosta deles?
Toque no meu peito.
Meu Deus… isso mesmo.
Vamos lá.
Minha nossa, você é…
Solte-se. Isso, solte-se…
Ela está pronta!
Isso, amor.
Surpresa!
Adoro isso.
Sempre quis ser loira.
Venha, precisamos ir.
Alô, é o Ralph.
Ainda estou no Blue Dove.
Identifiquei a mulher desaparecida,
Elaine Meyer.
Mas achei distintivos do FBI.
Quantos agentes deveriam
estar na cidade neste momento?
Está doendo muito, amor?
Não. Só está adormecido.
Quem diria?
Eu sei quem você é.
Amor…
Ela nos descobriu, então…
eu pensei: “Vai ser divertido.
Vou deixá-la ir”.

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