Ferris Bueller’s Day Off 1986 Portuguese Português

Posted by on July 3, 2012

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Está um lindo dia em Chicago.
Esperam-se temperaturas muito altas.
Agora faz 30 graus em Lakefront,
29 em Midway, 28 em O’Hare.
E agora no céu…
O que se passa?
Olha para o Ferris.
Não tem febre,
mas diz que lhe dói o estômago e vê manchas…
O que foi, Ferris?
Tem as mãos frias e húmidas.
Estou bem. Vou levantar-me.
Tenho um exame hoje.
Tenho de fazê-lo.
– Quero ir para uma boa faculdade.
– Não vais à escola neste estado.
– O que é que ele tem?
– Não se está a sentir bem.
– Não acreditem nisso… É treta.
– Jeannie, és tu?
Não consigo ver-te !
Morde aqui, pá!
– Vai para a escola.
– E ele vai ficar em casa?
É incrível!
Se eu estivesse a sangrar dos olhos, obrigariam-me a ir.
Por favor, não fiques lixada comigo.
Tens a tua saúde. Sê grata.
Pronto. Quero sair desta família.
Estou bem. Só quero dormir.
Talvez tome uma aspirina.
Vou mostrar umas casas
áquela família de Vermont.
Se precisares de alguma coisa,
liga para o escritório.
E para mim também.
É bom saber que tenho
pais tão amorosos.
Vocês são muito especiais.
Vê se melhoras, querido.
Volto às 6 da tarde.
Se precisares de alguma coisa, liga-me.
Amo-te muito.
Eles acreditaram!!
É incrível.
Foi uma das minhas piores actuações
e não duvidaram de nada.
Como poderia suportar o liceu
num dia destes?
É o nono dia que estou doente neste semestre.
É difícil inventar novas doenças.
Da proxima vez, terei de cuspir um pulmão para escapar!
Para enganar os pais,
basta humedecer as mãos.
Não é um sintoma específico.
Dizem que uma febre fictícia
é a melhor saída.
Se a mãe é nervosa, pode-se
ir parar num consultório médico.
E isto é pior que o liceu.
É só fingir uma dor de estômago, com
gemidos, e lamber as palmas das mãos.
É infantil e estúpido,
mas o liceu também é.
A vida passa muito depressa.
Se não paramos para curti-la,
escapa por entre as mãos.
Hoje eu realmente tenho um exame.
Não era conversa da treta.
Sobre Socialismo Europeu.
Qual é o propósito disto?
Eu não sou europeu,
nem pretendo ser.
São socialistas? Também
podem ser anarquistas fascistas.
Isto não muda o facto
de que eu não tenho um carro.
Lembro-me do Central Park
no outono…
Como rasgavas o vestido,
querida…
Não apoio o fascismo,
ou qualquer outro “ismo”.
Na minha opinião, os “ismos”
não prestam.
Não se deve acreditar neles,
mas sim em nós mesmos.
John Lennon disse: “Não acredito
nos Beatles, mas em mim.”
Tinha razão.
Ele era o máximo.
Para ser o máximo,
tenho de me destacar dos outros.
Bueller?
Bueller?
Bueller?
O Bueller está doente.
A namorada do irmão do namorado
da minha melhor amiga…
ouviu que o Ferris desmaiou
na geladaria. Acho que é grave.
– Obrigado, Simone.
– Não tem de quê.
Frye?
– Cameron, o que se passa?
– Pouco…
– Como te sentes ?
– Em farrapos.
A tua mãe está no teu quarto?
Foi á Decatur. Infelizmente não fica por lá.
Onde estás?
Tirei um dia de folga.
Veste-te e anda cá.
Não posso, estúpido.
Estou doente.
São coisas da tua imaginação.
Anda cá.
Sinto-me uma merda, Ferris.
Não posso ir.
Tenho muita pena em ouvir isto.
Vem já cá buscar-me.
Estou a morrer.
Não estás nada a morrer. Só não consegues pensar
em nada de interessante para fazer.
Se há alguém que precisa
de um dia de folga é o Cameron.
Ele tem muitas coisas
para resolver antes da formatura.
Se ele continuar assim,
o teu companheiro de quarto vai mata-lo.
Quando Cameron estava no Egipto…
Deixa o Cameron ir…
Perdoem-me a frase,mas ele é tão certinho que se meter
um carvão pelo cú acima,sai um diamante.
Katie Bueller.
Aqui é Edward R. Rooney,
reitor do liceu.
Desculpe.
Esqueci-me de telefonar.
Então sabe que o seu filho
não veio às aulas hoje.
Está em casa, doente.
Eu tinha uma reunião esta manhã.
Devia ter ligado, mas esqueci-me
por completo. Sinto muito.
Também sabe que ele
não tem uma assiduidade exemplar.
– Não entendo.
– Tem um número de faltas inaceitável.
Na opinião deste educador,
ele não leva a sério à vida acadêmica.
Passei a manhã a examinar
os seus registos.
Se ele acha que pode faltar
todo este mês e formar-se na mesma…
…está redondamente enganado.
Portanto, eu não teria a menor
compaixão…
em reprová-lo.
Isso é novidade para mim.
Normalmente é.
Neste semestre, já faltou nove vezes.
Nove vezes!
Não me lembro dele ter
estado doente nove vezes.
Provavelmente porque não estava
doente, mas sim a fugir as aulas.
Acorde, Sra. Bueller.
É o paraíso dos tolos.
E ele está a leva-la para esse caminho.
– Não posso acreditar.
– Tenho os registos dele na minha frente.
Ele faltou nove dias.
Pedi um carro,
deram-me um computador.
Será por ter nascido num mau signo?
Grace!
Grace!!!!!!!!
Posso garantir-lhe que o Ferris
está em casa e muito doente.
Hesitei mesmo em deixá-lo sozinho.
Compreendo que nesta época do ano
os miúdos não queiram ir ás aulas.
Mas garanto-lhe
que o Ferris está muito doente.
Nunca tive uma lição.
Em 1930, a Câmara de Representantes,
de maioria Republicana…
num esforço para aliviar
os efeitos da… Alguém sabe?
Da Grande Depressão…
Aprovou… Alguém sabe?
Aprovou a Lei das Tarifas
Holly-Smoot, a qual…
Aumentou ou baixou?
Aumentou as tarifas, para incrementar
as receitas do Governo Federal.
Deu certo?
Alguém sabe os seus efeitos?
Não deu certo…
e os Estados Unidos afundaram-se
ainda mais na Grande Depressão.
Hoje, temos um debate similar.
Alguém sabe qual é?
Alguém já viu isto?
É uma curva inerte.
Alguém sabe o que isto quer dizer?
Quer dizer que neste ponto
da curva das receitas…
obtem-se exactamente
as mesmas receitas do que neste.
isto é muito controverso.
Alguém sabe de que o Vice-presidente
Bush chamou isto em 1980?
Chamou de Economia Vodoo.
Lamento imenso pelo teu irmão.
Lamentas por quê? Tenho de viver
com esta serpente de calças.
– Ouvi dizer que está doente.
– Quem disse?
Muita gente.
Dizem que está á beira da morte.
Um colega meu em Biologia,
disse que se o Ferris morresse…
doaria os olhos ao Stevie Wonder.
É tão querido!
Cala a boca!
Não me venhas com esta.
A situação é desesperadora?
Bem, viste o filme “Alien”?
Quando aquela criatura
estava no estomago daquele gajo?
Pois eu sinto-me assim.
É um caloiro.
– Estás a brincar?
– Claro que não. Pareço estar a brincar?
– Com quem ele está a falar?
– Com o Ferris Bueller. Conhece-lo?
– Sim, ele vai ajudar-me a evitar o curso de verão.
– Obrigado por manter-nos informados.
Droga! Espero que não morra.
Não aguento aquele curso de verão.
Deixa-me falar com outra pessoa.
– Viste o “Alien”?
– Vi. Porquê?
Ferris? Como vai o teu corpinho?
Meu Deus! Tás a morrer?
– Isso é grave?
– Não sei. Espero que não.
Acho que preciso de um transplante de rim.
Que merda!
E estás preocupado?
Desculpa.
Tu ainda estarás vivo
neste fim de semana?
Em principio sim…
Óptimo!
Talvez eu te vá fazer uma visita. Adeus.
Não confio nesse miúdo,
quero fazê-lo ir embora daqui.
Com o seu joelho podre,
não deveria correr com ninguém.
É verdade.
O perigo com pessoas como ele,
é que são uma má influência.
Esta é a última coisa
de que preciso nesta altura…
1 .500 discípulos de Ferris
Bueller a andar pelos corredores!
Põe em jogo a minha habilidade
de dirigir o corpo estudantil.
Ele faz-te parecer um cara de cú, é o que ele faz…
Obrigado, Grace.
Acho que estás enganada.
Ele é muito popular.
Desportistas, motoqueiros,
marrões, brigões, gastadores…
totós, cabeças-de-vento,
todos o adoram-no.
Eles consideram Ferris um tipo à maneira.
Por isso
tenho de apanha-lo desta vez.
Para mostrar que o seu exemplo
não leva a nada.
– Estás a falar como o Dirty Harry.
– Achas?
Obrigado, Grace.
É ridículo estares a fazer eu
ficar aqui á tua espera!
Porque é que não me deixas em paz?
É o meu nono dia de doente.
Se me apanham, não me formarei.
– Não o faço por mim, mas por ti.
– Sabes como está a minha tensão?
Sê um homem!
Tome Peptobismol, veste-te e vem já para aqui.
Estou farto disto!
Espera um momento.
Tenho outra ligação.
A tua voz está terrível.
Pensei que estivesses a melhorar.
Estava a dormir?
Podes esperar um momento?
Cameron, é o meu pai.
Não me metas nisso.
Se não vieres daqui a 15 minutos,
procura outro melhor amigo.
Dizes isso
desde o quinto ano.
Esta conversa deixou-me
um bocado tonto.
Tenho de me deitar.
Toma um duche quente e enrola
uma toalha aquecida na cabeça.
Depois faz uma sopa
e vai dormir…
– Amo-te, amigo.
– Eu também.
Estou tão desapontado com o Cameron.
Aposto 20 dólares que está no carro,
a pensar se vem ou não.
Vai continuar a ligar-me
e ligar-me até eu ir.
Vai-me fazer sentir culpado.
isto…é ridículo!
Eu vou, eu vou, eu vou!
De que maneira…
o autor serve-se da prisão…
para simbolizar…
a luta dos protagonistas…
e como isto se relaciona com a
nossa discussão sobre o uso da ironia?
Mr. Knowlan, posso interromper?
Sloane Peterson?
Posso falar consigo, querida?
Querida, temo ser portadora
de más notícias.
O seu pai ligou.
A sua avó acaba de falecer.
A avó morreu?
Foi o que disse o Sr. Peterson.
Pedi á Florence que avisasse
a Sloane. Pobre miúda.
– Com quem esta miúda anda a sair?
– Actualmente, é difícil dizer.
Eu vi-a várias vezes
com o Ferris Bueller.
Tem o número do escritório
do Sr. Peterson?
Aqui é George Peterson.
É o Sr. Peterson.
Ainda queres o número do escritório dele?
Aqui é George Peterson.
Como está?
Tivemos um pequeno problema esta
manhã,como o senhor deve ter ouvido.
Sim,ouvi. Sinto muito.
Que tristeza.
Estamos muito ocupados esta
manhã com assuntos de família.
Ficaria muito grato se pudesse
dispensar a Sloane.
Claro que sim.
Com todo prazer.
Mostre-nos o cadáver,
e eu dispenso a Sloane.
Quero ver esta avó morta,
antes de mais nada.
É o Ferris Bueller, aquele idiota.
E vai cair na minha armadilha.
Disse que queria ver um corpo?
Sim, isso mesmo.
Mande-me a morta para cá,
e eu ‘desenterro’ a sua filha.
É a política da escola.
Era a sua mãe?
Não. A mãe da minha mulher.
Aqui é Ferris Bueller.
Sr. Rooney está?
Eu já lhe digo, monte de merda…
se não gosta da minha política,
venha aqui e cheire o meu cu.
Embrulha, espertalhão!
O Ferris Bueller está na outra linha.
Dr. Rooney, como está ?
Desculpe incomodá-lo,
mas não me sinto muito bem.
É possível que a minha irmã traga-me
uns trabalhos de que preciso?
Sr. Peterson?
– Acho que devo um pedido de desculpas a si.
– Também acho!
Tem que se desculpar!
Meu Deus!
Morre uma pessoa da minha família
e insulta-me! Que raio se passa aqui?
Não sei bem…
Achei que estava a falar
com outra pessoa.
Nunca seria capaz de insultá-lo assim.
Não sei como dizer-lhe o quanto
embaraçado estou…
Desculpe a expressão,
mas és um imbecil!
Tem toda a razão.
Acertou em cheio.
isto não ficará assim, entendeu?
Claramente, Mr. Petterson
Trate-me por “senhor”!
Cuide da sua vida e veja com quem fala.
Bueller. Ferris Bueller.
Tenho medo
que ele reconheça a minha voz.
Impossível.
Estás a ir muito bem.
Rooney?
Rooney, acalme-se!
Tivemos uma pequena
dificuldade administrativa.
Como não posso perder o dia todo,
serei curto e grosso.
Quero a minha filha em frente ao
liceu sozinha, daqui a 10 minutos.
Isto é algo suspeito. Disfarce.
Fala!
Preste atenção.
Mudei de ideias.
Quero que estejas lá com ela,
para falar consigo umas coisas.
Não tenho tempo para conversas agora.
Nós nos encontraremos para um almoço.
– Onde estão os teus miolos?
– Por que me deste um pontapé?
Como apanharemos a Sloane,
se o Rooney estiver com ela?
Disse que estivesse lá sozinha,
e tu entraste em pânico.
Não dei bem um pontapé.
Só te dei uma palmada leve.
Chutaste-me.
Não me peças para entrar
neste teu joguinho estúpido…
se não gostas do que eu faço.
Fizeste-me sair da cama e vir aqui.
Fazer um telefonema falso para o Rooney.
Ele poderia esmagar os meus tomates!
E depois feriste os
meus sentimentos deliberadamente.
Não feri os teus sentimentos
deliberadamente.
– O que estás a fazer?
– Adeus. Vou para casa.
– Não faças isto.
– Divirte-te.
Cameron, volta!
Não fiz por mal, desculpa lá.
A sério?
Estragaste tudo.
Quero dizer…
A culpa não foi inteiramente tua.
Porquê?
Para consertar isso,
vou pedir-te um pequenino favor.
Ferrari 250 GT Califórnia de 1961 .
Fabricaram menos de 100.
O meu pai esteve três anos
a restaurar este carro.
É o seu amor, a sua paixão.
Foi um erro ele não fechar a garagem.
O que estás a dizer?
Ele gosta mais deste carro
que da própria vida.
Um homem com prioridades
tão disparatadas não merece tal carro.
Parece que tu não estás a compreender.
Ele nunca conduz esse carro.
Só fica a poli-lo com uma fralda.
Hey, tu lembras como ele ficou furioso
quando parti o meu aparelho dos dentes?
Era só um bocado de plástico
e isto é uma Ferrari!
Desculpa, mas não podemos apanhar
a Sloane no teu carro.
O Sr. Rooney não acreditaria que
o Sr. Peterson conduz aquele carro merdoso.
– Não é uma merda.
– É uma merda.
Mas, como eu nem tenho uma merda,
invejo o teu carro merdoso.
Lamento imenso, mas não há nada mais
que possamos fazer…
– Ele sabe a quilometragem.
– Não confia em ti?
Nunca confiou,
nem nunca confiará.
É muito simples. Tiraremos
os quilometros que fizermos.
– Como?
– Voltamos para casa em marcha-atrás.
Não pode ser!
Temos de pensar em algo diferente!
E se alugássemos um Cadillac?
Chamamos uma limousine!
Uma bem bonita, com TV e bar.
Que achas?
Anda, viva um pouco.
Torno a dizer-lhe
o quanto sinto a sua perda.
Já tive uma avó.
Tive duas, na verdade.
O homem nasce da mulher e vive
pouco tempo, cheio de desgostos.
Cresce e é cortado como uma flor.
Vai-se como se fosse uma sombra
e nunca perdura.
Entre a dor e o nada…
…prefiro a dor.
Óptimo.
Querida Sloane,
anda rápido.
Acho que é o meu pai.
Tenho de ir.
Mr. Rooney…
O senhor é uma
boa pessoa.
Agradeço-lhe o sua carinho e
compaixão.
Merda!
– Um beijinho no papá?
– Tás a brincar?
Então na família deles é assim…
Olá, Cameron.
Estás confortável?
Olá, Sloane. Não.
O que vamos fazer agora?
A pergunta não é o que vamos fazer,
mas o que não vamos fazer!
Não me digas que não
vamos levar o carro para casa.
Se tu tivesses acesso a um carro como este,
levaria-o imediatamente para casa?
Eu também não.
Não vás tão depressa!
Salvem o Ferris, salvem o Ferris!
É uma recolha de donativos para
comprar um rim para o Ferris Bueller.
Custa mais de 50 mil.
– Vai pró caraças!
– Desculpe?
Deverias mesmo.
E se um dia precisares que ele
te faça um favor, sua mesquinha?
É da casa dos Petersons…
e cuidado com a língua desta vez.
Cuida da tua vida.
Não podemos atender o telefone.
Morreu uma pessoa da família.
Grace, não tenho dúvidas que o
Ferris Bueller está por trás disto.
– E colocou a Sloane Peterson nisto.
– E a avó dela também.
Sua estupida!
Se precisar de contactar-nos,
ligue para o seguinte número.
Depois de todos estes anos na profissão,
não deixarei que um tipo daqueles me lixe!
É da funerária
dos irmãos Coughlin.
Lamentamos não poder
atender o telefone…
Mas se deixar o seu nome
e o seu número…
retornaremos a ligação assim
que for humanamente possível.
Passa-se algo.
Vou descobrir o que é.
Apanharei este miúdo
e acabarei com o futuro dele.
Daqui a 15 anos,
quando estiver com a vida arruinada…
ele lembrará de Edward Rooney.
Errado.
Aqui não.
Não vamos deixar o carro aqui.
Quero que leves o carro de volta para
minha casa, de onde não deveria ter saído.
– O que aconteceria num estacionamento?
– Ser amolgado, roubado, riscado.
E um pombo pode cagar em cima dele.
Dou uma nota de 5 ao gajo
para que ele olhe pelo carro.
Que gajo?
Falas inglês?
Em que país achas que estás?
Quero que tenhas especial
atenção a este veículo.
Não há problema…
Podes confiar em mim.
Senhor…
Vamos!
Fique descansado.
Não há com que ter preocupação…
Sou um profissional.
Profissional de quê?
Viste o que se consegue
com cinco dólares?
Deus o abençoe.
Nove vezes.
Ferris, achas que o carro está seguro?
Claro… Está é o edificio
mais alto do mundo.
Não me sinto bem.
Podemos ir logo?
Tu também, Cameron.
Inclinem-se contra o vidro.
Não é fantástico?
A cidade parece tão tranqüila,
vista daqui.
Tudo é tranqüilo
a 405 metros de altura.
Acho que estou a ver
o meu pai.
Temos muito o que fazer. Vamos.
O filho-da-mãe está em algum
sítio, lá em baixo.
Queres casar?
Claro.
Hoje?
Estou a falar sério.
Eu não vou casar hoje.
– Porque não?
– Que queres dizer? Pensa um bocado!
Além de ser muito nova,
não ter onde viver…
e de hesitar em ser a única
chefe de claque casada…
dê-me outra boa razão.
Eu dou duas boas razões:
a minha mãe e o meu pai.
São casados e odeiam-se.
E depois?
É como com o carro:
ama o carro e odeia a mulher.
Não podemos ir embora agora?
Isto deixa-me arrepiado.
– Posso ajuda-los?
– Podes tentar.
Sou Abe Frohman.
Mesa para 3, ás 12.
– Há algum problema?
– Você é o Abe Frohman?
Sou sim.
O rei das salsichas de Chicago?
Sim, sou eu.
Meu rapaz, “entre nous”,
tenho muito o que fazer aqui.
Por que não levas as crianças
para a cantina do clube?
Estás a sugerir que eu
não sou quem eu digo?
Sugiro que saiam antes
que eu me torne desagradável.
– Desagradável?
– Irritado.
– Abe, vamos embora.
– Não vou a lado algum.
Queremos uma mesa.
Ou vai lá para fora
ou terei de chamar a polícia.
Vais chamar a polícia por minha causa?
Deixa que eu mesmo faço isso!
Chame a polícia. É uma anedota.
Dê-me o telefone.
Tenho outra chamada.
– Estou cansado desta brincadeira.
– Se tocar-me, eu grito!
Há outro telefone por aí. Procure-o!
Temo pelo futuro!
Não é melhor sairmos?
Foste longe demais.
Vamos acabar por ser presos.
Nunca se vai longe demais.
E se for para ser preso
não será por um otário destes.
Chame pelo Abe Frohman.
Posso falar com Abe Frohman?
O rei das salsichas de Chicago.
Vou ver no restaurante.
Descreva-o, por favor.
Casaco de couro…
T-Shirt branca.
Irresistivelmente bonito.
Espere um momento.
Sr. Frohman? Aqui é o sargento
Peterson, da Polícia de Chicago.
– Agradeço a sua compreensão.
– Não pense mais nisto.
A compreensão é que permite
a pessoas como nós…
tolerar pessoas como tu.
Obrigado.
Saboreiem o almoço.
Querida, foste maravilhosa.
Cameron, caro amigo…
Pensavas que não nos divertiríamos.
Deverias-te envergonhar.
Talvez tenha-me excedido.
Talvez o Ferris não seja
tão mau assim.
Afinal, eu tenho um carro,
ele tem um computador.
Mas porque ele deveria fazer
tudo o que quer e quando quer?
Por que é que tudo deveria
funcionar com ele ?
O que torna-o tão especial?
Ele que se lixe.
Pensava que a minha família
era a única estranha.
isto preocupava-me.
Depois vi como funcionava
a do Cameron.
A vida na casa dele
é realmente distorcida.
Por isso ele está sempre doente.
É o único tipo que conheço
que sente-se melhor quando adoece.
Se eu vivesse naquela casa,
também desejaria adoecer.
A casa parece um museu.
Muito bela e muito fria,
e não se pode tocar em nada.
Fazem idéia da vida do Cameron,
quando era um bebé naquela casa?
Admira-me ter conseguido tirar
o carro da garagem.
Apanhei o Cameron a meter o pé
na poça uma ou duas vezes.
isto faz-lhe bem.
Ensina-o a lidar com o seu proprio medo.
Tenho de ser honesto:
adoro conduzir aquela máquina.
Se tiverem em condição,
recomendo que comprem uma.
-Obrigado.
– De nada, Sr…
Olá, Jeannie.
Qual é o problema desta vez?
– O Sr. Rooney está?
– Não… posso ser útil?
Duvido muito. Quando volta?
Não sei.
Foi tratar de um assunto pessoal.
Que assunto é esse?
Sendo pessoal,
não é nada consigo,jovem.
Que atitude fixe…
A sra. Hagel não estará já
á sua espera na aula de Consumo?
Provavelmente.
Mas que idiota.
Tens de aumentar o
orçamento da publicidade.
Não temos o dinheiro para isso.
Se queres vender, tens de gastar…
É tão simples como isso.
4.000 restaurantes
no centro da cidade…
e eu escolho exactamente
o que o meu pai frequenta.
Estamos lixados.
os arrojados sobrevivem.
– Vamos render-nos.
– Nunca.
Parece que estou a dar água
aos cavalos, mas não é o caso.
Não temos o dinheiro.
És dos mais brilhantes no negócio.
Sabes o que fazer para lá chegar.
Queremos vê-lo na TV,
entrevistas no rádio e na imprensa.
Sabemos que ele tem o dinheiro.
Nós só temos de gastá-lo.
“Les jeux sont faits”.
Tradução:
Acabou-se o jogo. O teu cú é meu.
Corredor na primeira base,
ninguém fora.
É a primeira vez que marcam desde
o quinto tempo…
marcaram pela quarta vez.
Lançada a bola… na assistencia.
Penso ser algo estranho não
se terem lançado a essa.
– Qual é o placar?
– Zero a zero.
Quem está a ganhar?
Os Bears.
Acho que parti o polegar.
Já pensaste que se seguíssemos as regras
estaríamos agora na Educação Fisica?
Vamos!
Nunca saem do mesmo sítio!
Odeio-o.
Quem é?
Ed Rooney, Ferris.
Gostaria de falar consigo.
Desculpe, mas não posso
atendera porta.
Estou tão fraco que poderia
cair pela escada abaixo…
e prolongar a minha
ausência das aulas.
Deixe-se disso e venha cá.
Poderá encontrar os meus
pais no trabalho.
Agradeço-lhe ter vindo cá e
pelo interesse do meu bem-estar.
Não sairei daqui até que venhas
falar comigo.
Tenha um bom dia.
Estás metido num grande sarilho,
mentiroso. Andá cá!
Quem é?
Sabes bem quem é!
Desculpe, mas não posso
atendera porta.
Estou tão fraco que poderia
cair pela escada abaixo…
e prolongar a minha ausência
das aulas.
Pode encontrar os meus pais
no trabalho.
Agradeço-lhe ter vindo aqui e
pelo interesse no meu bem-estar.
Tenha um bom dia.
Bueller, filho da mãe!
Que merda!
Olá, cãozito…
Já se faz tarde.
É melhor levarmos o carro para casa.
Podemos ficar até ás 18 horas.
Sei que não te importas,
mas eu posso me lixar.
– Pensas que não me importo?
– Eu sei que não te importas.
Magoas-me, Cameron.
Olha tudo que vimos hoje.
Nada de bom.
Que queres dizer com “nada de bom”?
Vimos toda a cidade!
Fomos a um museu
ver obras preciosas de arte.
Comemos pâncreas.
Que se passa?
Olhem para ali…
O que ele está a fazer?
A lamber o vidro e a fazer
gestos obscenos com as mãos.
Desfile a Favor do Jovem Doente
Ele não se foi embora.
Foi só fazer algo.
isto deixa-me louco!
Não ia nos deixar.
Ele está cá.
– Deve ter ido para o liceu.
– Ele não iria para lá!
Ele iria só para fazer-me suar.
isto deixa-me louco.
Senhoras e senhores,
formam uma admirável multidão.
Vamos cantar
uma das minhas canções favoritas.
Dedico-a a um jovem que pensa
que não vimos nada de bom hoje.
Cameron Frye, esta é para ti.
Ferris, sai daí!
O que estás a fazer?!
Desde que o conheço,
tudo funciona para ele.
Não há nada que ele não faça,
e eu não sei fazer nada de jeito!
O liceu, os pais, o futuro.
Ele pode fazer tudo o que quiser.
E eu não sei o que farei.
Universidade.
Para quê?
O que te interessa?
Nada.
A mim também não.
És marado!
Que pensas que ele vai ser?
Vendedor de fritos em Phoenix.
Rápidas melhoras. Dpto. de Inglês.
Professores e funcionários.
Olhe o que o Tio Ed tem para ti,
meu sacana.
SALVEM O FERRIS
Dorme bem, cãozito.
Eu sabia!
Onde está ela? É a sua filha.
Sabes onde ela está?
Sabes quando volta?
E sabes alguma coisa??
Ferris.
Bueller.
És um psicótico!
Perdeste a cabeça!
Não acredito que tenhas
entrado no desfile!
Sim, aquela música
é uma das minhas favoritas.
Enlouqueceste.
Sabe quantas pessoas viram-te?
Tu estás bem lixado.
Ninguém vai acreditar
que eu pudesse estar no desfile.
E quem poderia me lixar
não viria ao desfile.
– A minha mãe viria.
– A tua mãe não me preocupa.
Parece-me tudo bem.
Está óptimo. Toca a andar!
Bom serviço. Obrigado.
És muito generoso.
Volte quando quiser.
Cuidado com a cadeira.
Temos de fazer isto novamente.
isto não é nenhuma
brincadeira.
Há um invasor aqui, um homem branco,
possivelmente armado.
Certamente entrou pela cozinha.
O meu nome é Bueller.
É simpático desejar melhoras para
o meu irmão, mas eu estou em perigo.
Sou bonita, estou sozinha
e sou cuidadosa com o meu corpo.
Não quero ser violada ou morta,
entendeu?
Preciso de ajuda!
Fala inglês?
Seja quem for que ainda
esteja em casa…
saiba que liguei para a Polícia.
Se tem miolos ou coisa parecida,
saia logo da minha casa.
Acrescento que tenho a arma
do meu pai e sofro de herpes.
Esperem, é o meu carro, não o levem!
Ficou com as minhas chaves!
Idiota!
Sinto-me muito bem.
Realmente bem.
Aqueles gajos foram fixes.
Os do estacionamento.
Desconfiava um pouco deles.
Afinal eram fixes.
Quantas milhas disseste que
isso estava a marcar quando saímos?
126, e entre 3 e 4 décimos.
Quanto está a marcar agora?
É agora que ele vai dar em tolo.
Estás a sentir-te bem?
Para com isso!
Quem é?
Desculpe, mas não posso
atendera porta.
Estou tão fraco que poderia cair
pela escada abaixo.
Deus abençoe a Polícia.
Estou safa!
Obrigada, obrigada, são os maiores!
Ouvi dizer que te sentias doentito.
Dor de cabeça, febre, constipação?
Vim restaurar o teu corpo.
Sou enfermeira e gosto de fod…
isso pode não ser fingimento.
Penso que ele queimou
um microchip ou dois.
Ele foi sempre um tanto
marado.
Só queria que ele se divertisse
por um dia.
Nós nos formaremos daqui a uns meses.
Durante o verão, ele e eu
arranjaremos um trabalho.
Só nos encontraremos á noite
e nos fins-de-semana.
Depois, iremos para
universidades diferentes.
Basicamente, será assim.
A Sloane é que é um problema
mais sério.
Tem ainda outro ano no liceu.
O que posso fazer?
Eu estava a falar a sério,
quando disse que casaria com ela.
Consegues ouvir-me?
Se estás a entender, pisque os olhos.
O Cameron nunca se apaixonou.
Pelo menos,nunca
ninguém se apaixonou por ele.
Se as coisas não mudarem,casará com
a primeira com quem tiver sexo.
E ela vai tratá-lo como merda.
Porque lhe terá dado tudo
o que ele imaginou…
ser o máximo da existência humana.
Ela não o respeitará.
Porque não se respeita
quem lambe o seu cú.
Será melhor tentarmos outra coisa.
isto não funciona.
Estás a sentir-se melhor, Cameron?
Porque não vens para cá?
Está optimo.
Eu também fico lixada facilmente.
Não há nada de errado.
Mais cedo ou mais tarde
isso acontece com toda a gente.
Talvez esteja mesmo doente.
Talvez não esteja só a torturar-se.
Acorda, Cameron!
Anda lá, acorda!
O que se passa?
– Ferris Bueller, és o meu herói.
– Estavas a brincar comigo?
Filho da mãe!
Drogas?
Não, obrigada.
Estou limpa.
Estás aqui por causa de drogas?
– E tu, porque estás cá?
– Drogas.
– Eu não sei por que estou aqui.
– Por que não vais para casa?
Por que não enfias o dedo no cú?
Usas maquilhagem a mais nos olhos.
A minha irmã faz o mesmo
e acham que é uma prostituta.
– Não queres falar dos teus problemas?
– Contigo? Falas a sério?
Explode-te.
Queres saber o que há de errado?
Sei o que é.
Só queria ouvi-la dizer.
Em resumo: odeio o meu irmão.
Que achas?
Isso é normal.
Rebentaste com ele ou o que?
Ainda não.
Fui a casa, para confirmar
que o sacana tinha-se baldado ás aulas…
e enquanto eu lá estava,
um homem invadiu a casa.
Chamei a bófia,e prenderam-me
por fazer um telefonema falso.
Que lhe importa
que o teu irmão falte ás aulas?
Porque ele poderia faltar,
se todos têm de ir?
– Também podes faltar.
– Sim,sim… seria apanhada.
Então irritas-te porque ele falta
e não é apanhado, certo?
Principalmente.
O teu problema és tu mesma.
Passa mais tempo a lidar
contigo própria…
e menos a preocupar-se
com o que o teu irmão faz.
É uma simples opinião.
-És um psiquiatra?
– Não.
Então porque não guardas
as tuas opiniões para ti?
Há alguem com quem deverias falar.
Se disseres “Ferris Bueller”,
perdes um testículo.
Ah, então conheces o Ferris?
Durante todo aquele tempo,
pensei sobre tudo.
Era uma espécie…
de meditação.
Vi o meu “eu” interior.
E percebi que era ridículo…
estar sempre com medo,
preocupado com tudo.
Desejar estar morto.
Estou cansado de tudo isso.
É o melhor dia da minha vida.
Sentirei a vossa falta
no ano que vem.
Cameron,posso fazer-te uma pergunta?
Viste-me a trocar
de roupa no jacuzzi?
Viste?
Pensei que estivesses
em estado catatônico.
Ok, isso não me deixa constrangida.
Vou dar uma vista de olhos no carro.
Hey,Ferris!!!!!!!!!!!
A quilometragem não está a mudar.
Não muda com a marcha-atrás.
Vai ser um problema.
Temos de remover o vidro
e mudá-lo manualmente.
Não. Esqueça.
Esqueça.
Tenho de tomar uma atitude.
Sou um merdas.
Apanho com tudo.
O meu velho faz-me
de otário…
E eu nunca digo nada!
O problema não é só ele,
sou eu mesmo também.
Tenho que tomar uma atitude.
Uma atitude contra ele.
Não vou ficar só a olhar…
perante os acontecimentos
que estão a lixar-me a vida.
Vou tomar uma atitude!
E vou defendê-la.
Certa ou errada, vou defendê-la.
Estou tão farto desta merda.
Não o suporto
e odeio este maldito carro.
Quem amas? Amas um carro!
Estraguei esta merda toda!
Óptimo!
O meu velho vai chegar e ver o que fiz,
não posso esconder isto.
Vai ver o que eu fiz
e terá de lidar comigo.
Não me importo com mais nada.
Estou cansado de ter medo.
Pr’ó inferno com isto!
Mal posso esperar
para ver a cara do sacana.
O que fiz eu?
O que fiz eu?
Destruíste o carro.
Que merda!
A culpa foi minha.
Vamos esperar o teu pai chegar,
e vou-lhe dizer que fui eu.
Ele odeia-me, de qualquer maneira…
Eu trato disto.
Tu não queres um sarilho desses.
Quero! Se eu não quisesse,
não teria deixado tu levares o carro.
– Eu fiz força para que levássemos o carro
– Poderia tê-lo impedido.
É possível parar o Sr. Ferris Bueller.
Vou-lhe dizer que fui eu.
Quando o Morris chegar a casa…
eu e ele vamos ter uma conversa.
Não há problema.
Tudo estará bem.
Mas agradeço de qualquer maneira.
Estou assombrada!
Primeiro,
não sei porque ela não estava nas aulas.
Depois, porque contou
esta história do invasor.
Seja qual for a razão,
ela levou um grande susto.
Agradeço ter me ligado.
Asseguro-lhe que o pai dela e eu
teremos uma longa conversa com ela.
A propósito, espero que o seu filho
esteja a sentir-se melhor.
Diga-lhe que o pessoal
desta delegacia está com ele.
-Olá.
-Não me venhas com “olá”.
Quero sair daqui imediatamente,
ouviste?
-Agora!
-Está bem!
Ela é um bocado nervosa.
Não vamos estragar isto,
depois iremos conversar, ok?
Não me disseste o teu nome.
Jean. Mas muitos
me chamam de Shauna.
Voltarei a ver-te.
Tive um dia fantástico hoje.
Foi muito fixe.
Achas que o Cameron
vai safar-se bem?
Com certeza.
Pela primeira vez na vida dele.
Já sabias o que iria fazer quando
acordaste esta manhã, não?
Merda!
Tenho que ir.
Ligo-te á noite.
Amo-te!
Amo-te também!
Ele vai casar-se comigo.
Tu sabes o que é ligarem
para irmos buscar a filha à esquadra?
E o pior, é que eu ia fechar o negócio
com o pessoal de Vermont!
Teria recebido a minha comissão
e daria um carro ao Ferris.
Que raios estás a fazer??
A tentar matar-nos as duas?
Olhe que confusão. Nunca mais
conseguirei colocar estes papéis em ordem!
– Abranda!!!!!!!
– Cala-te!!!!!
Olá! Sou o Ferris Bueller.
Não se levantem!
Cheira mesmo bem.
O jantar está pronto.
Qual é o problema?
Tudo.
Fui buscar a Jeanie à esquadra.
Foi multada duas vezes por excesso
de velocidade…
e eu perdi o negócio de Vermont
por causa dela.
Deveríamos dar-lhe um tiro.
Estás a procurar por isto?
Apanhei-te, Ferris.
Como está o Ferris?
Vamos vê-lo.
Desta vez tu estás lixado,
seu sacana!
Apanhei-te bem onde eu queria.
Ferris, já estamos em casa!
O que achas acerca de andar
mais um ano no liceu?
Com a minha supervisão directa.
Graças a Deus tu estás bem.
Estávamos muito preocupados.
Agradeço-lhe, Sr. Rooney,
por tê-lo conduzido à casa.
e vás directo para a cama.
Anda lá!
Pode imaginar alguém
doente como o Ferris…
a tentar vir a pé do hospital para casa?
Miúdos!
A propósito, Sr. Rooney.
O Sr. deixou a sua carteira no chão da cozinha.
– Ainda está muito quente.
– Como te sentes?
150 % melhor, obrigado.
Não me obriguem a ficar em casa.
Quero ir ás aulas.
Tenho de me formar em junho.
Estás doente.
Se forçares, ficarás pior.
– Talvez tenhas razão, papá.
– Eu sei que tenho,pá.
– Como consegues ser tão doce?
– Anos de prática.
Cobre-me.
Fica bom logo.
Vou trocar-me

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